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Suposto smartphone Nexus vence adversários em desempenho

Com desempenho acima da média, o smartphone pode contar com processador Qualcomm Snapdragon 805, além de 3 GB de memória RAM, indica o 9to5Google


	Android: linha Nexus existe por iniciativa do Google, que se alia a uma fabricante de hardware
 (Brett Gundlock/Bloomberg)

Android: linha Nexus existe por iniciativa do Google, que se alia a uma fabricante de hardware (Brett Gundlock/Bloomberg)

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Lucas Agrela

7 de outubro de 2014, 21h45

São Paulo - Um suposto smartphone da linha Nexus, que tem o codinome “Shamu”, foi testado usando o benchmark Geekbench, um software que avalia a força de processamento de dispositivos móveis.

Nos resultados, o novo Nexus deixou para trás todos os concorrentes que contam com sistema Android.

Com um desempenho acima da média, o smartphone pode contar com processador Qualcomm Snapdragon 805, o mais recente disponível no mercado, além de 3 GB de memória RAM, conforme indica o 9to5Google.

Há também um rumor de que o gadget terá tela grande: 5,9 polegadas com resolução QHD.

Se isso se confirmar, o Shamu terá tamanho será semelhante ao do Samsung Galaxy Note 4 e até mesmo maior do que o iPhone 6 Plus.

A linha Nexus existe por iniciativa do Google, que se alia a uma fabricante de hardware para oferecer a experiência de uso do sistema Android conforme idealizado pela empresa americana, ou seja, sem modificações de intermediários.

Normalmente, os gadgets não possuem recursos exclusivos, portanto, o preço costuma ser abaixo da média de mercado — apesar dos produtos serem potentes.

Um exemplo disso é que o LG Nexus chegou ao Brasil por 1799 reais enquanto o Samsung Galaxy S4 custava 2.399 reais; o LG G2, 1.999 reais; e o Sony Xperia Z1, 2.399 reais.

O preço, entretanto, era igual ao do Motorola Moto X, que era vendido por 1.799 reais, apesar de ter desempenho um pouco mais fraco.

A expectativa é que o Google apresente um novo integrante da linha Nexus ainda neste ano, embora não haja confirmação da empresa.

É possível que a fabricante do produto deixe de ser a LG: a Motorola assumiria esse papel.