SpaceX coloca novos satélites em órbita e avança por cobertura global de internet

Lançamento deste domingo deixa empresa de Elon Musk cada vez mais perto do seu objetivo com projeto Starlink; já são mais de mil satélites na órbita terrestre

Depois de ser adiado devido ao mau tempo no sábado, a empresa de exploração espacial SpaceX, fundada pelo criador da Tesla, Elon Musk, conseguiu realizar neste domingo, 24, o lançamento de mais um foguete Falcon 9, desta vez levando 143 satélites e equipamentos para a órbita terrestre. Foi o segundo lançamento da SpaceX apenas nesta semana.

Na carga da missão Transporter-1, realizada neste domingo, estão 10 satélites do projeto Starlink, que pretende oferecer acesso à internet de qualquer lugar do mundo. Para isso, a SpaceX tem autorização para operar 12 mil satélites, que serão agrupados em 8 camadas, em altitudes diferentes. Mais de mil já estão em órbita.

Diferentemente dos serviços atuais de internet via satélite, que cobrem regiões específicas da Terra, a Starlink pretende garantir cobertura global e, para isso, terá diversos satélites em órbita baixa, garantindo alcance em absolutamente qualquer ponto do planeta.

O lançamento deste domingo foi realizado na Flórida (EUA), e estava inicialmente previsto para o sábado, mas foi adiado devido às condições climáticas desfavoráveis. Nesta semana, a SpaceX já tinha feito outro lançamento, na quarta-feira, 20, que levou à órbita da Terra 60 satélites do projeto Starlink e outras cargas.

O Falcon 9, foguete utilizado nas duas missões, foi desenvolvido pela companhia e tem como principal característica o fato de ser reutilizável, já que ele tem a capacidade de retornar à Terra após deixar sua carga no espaço. É o primeiro foguete do mundo com tal capacidade e permite que suas partes mais caras e importantes seja utilizadas mais de uma vez.

Na missão Transporter-1, o foguete Falcon 9 já estava de volta à Terra cerca de 15 minutos depois do seu lançamento. Outra característica do Falcon 9 é que permite que que cargas sejam acopladas a ele — chama de "carona" — possibilitando que a empresa ganhe dinheiro para colocar equipamentos de terceiros na órbita terrestre.

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