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Samsung pode lançar até quatro smartphones dobráveis neste ano

Depois do Galaxy Fold e do Z Flip, a fabricante sul-coreana teria planos para outros modelos com tela flexível

Galaxy Fold: smartphone da Samsung chegou ao Brasil custando 13 mil reais (Sean Gallup/Getty Images)

Galaxy Fold: smartphone da Samsung chegou ao Brasil custando 13 mil reais (Sean Gallup/Getty Images)

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Rodrigo Loureiro

11 de maio de 2020, 17h32

A Samsung teria planos para lançar mais quatro smartphones com tela dobrável ainda neste ano. Segundo o jornalista Max Weinbach, conhecido por antecipar novidades da marca, a empresa estaria trabalhando principalmente em uma versão mais barata do Galaxy Fold. O modelo levaria o codinome “Galaxy Fold e” e seria vendido por volta de 1.100 dólares.

Os rumores de que a Samsung estaria trabalhando em um aparelho com preço mais acessível para os consumidores também foram compartilhados pela youtuber Mauri QHD. Segundo ela, porém, o novo celular seria chamado de “Galaxy Fold Lite” e custaria menos, algo em torno de 900 dólares.

Pelo Twitter, Weinbach afirma que, além do Galaxy Fold e, outros três modelos estariam na programação da fabricante para este ano. Dois deles teriam tela de plástico, enquanto um seria feito com vidro ultrafino UTG, o mesmo utilizado no Galaxy Z Flip.

Os novos smartphones fariam companhia para outros modelos com tela dobrável lançados pela empresa nos últimos meses. Além do Galaxy Fold, que chegou em setembro de 2019 custando 1.980 dólares, a Samsung também apresentou ao mercado o Galaxy Z Flip, que custa 1.380 dólares.

Certo é que existe a possibilidade de que os novos modelos impulsionem as vendas da linha de celulares dobráveis. Segundo fontes consultadas pelo Digitimes, o Galaxy Z Flip pode ter entre 2 milhões e 5 milhões de aparelhos vendidos em 2020.

Por aqui, o modelo desembarcou custando 8.999 reais. É bem menos do que o Galaxy Fold, que custa 12.999 reais. Mesmo com o preço de uma motocicleta, o aparelho mais caro teve suas vendas esgotadas em seu primeiro dia de comercialização no país, em janeiro.