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Rede on-line do PlayStation completa cinco dias fora do ar

A equipe da Sony diz que está trabalhando para reforçar a infraestrutura do sistema. A rede foi desconectada após a descoberta de um ataque promovido por hackers

A Sony desativou a rede para jogos em grupo do console PlayStation depois de ela ter sido atacada por hackers (Divulgação/Sony)

A Sony desativou a rede para jogos em grupo do console PlayStation depois de ela ter sido atacada por hackers (Divulgação/Sony)

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Da Redação

16 de maio de 2011, 16h06

São Paulo — O blog oficial do PlayStation afirmou neste domingo que o PlayStation Network (rede on-line do console) continua suspenso e que a equipe da fabricante Sony está trabalhando dia e noite para reparar o problema. "Estamos reconstruindo o sistema para reforçar ainda mais a nossa infraestrutura de rede", dizia o post.

A multinacional japonesa afirmou ter desconectado a rede na última quarta-feira, depois que detectou um ataque realizado por hackers. Além dos jogos on-line, outros serviços que dependiam da rede foram afetados, como o site de aluguel de filmes LoveFilm. O PlayStation Network possui mais de 70 milhões de usuários ao redor do mundo.

Retaliação

Suspeita-se que o grupo Anonymous, que ganhou notoriedade por derrubar os sites da Visa e da Mastercard, é responsável pelos problemas que a Sony tem enfrentado.

Recentemente, membros do grupo criticaram a empresa por processar George Hotz, o americano de 21 anos que hackeou o console, permitindo que jogos piratas pudessem ser jogados no PlayStation. O hacker também é conhecido por escrever e difundir programas capazes de desbloquear o iPhone, contrariando a vontade da Apple.

Hotz também ganhou prêmios em diversas feiras de ciência, engenharia e robótica com projetos pessoais. No início do mês, Hotz firmou um acordo com a Sony, prometendo a nunca mais alterar os produtos da empresa.