A página inicial está de cara nova Experimentar close button

Quanto o Facebook perdeu com o apagão do WhatsApp no Brasil? Estudo mostra

O levantamento da consultoria Netblocks indica que a empresa perdeu 24,7 milhões de dólares só no país

Que o apagão do Facebook custou milhões ao Facebook, todos já sabem. Mas quanto exatamente a empresa perdeu em cada país? Uma nova estimativa aponta que o Brasil foi onde a companhia liderada por Mark Zuckerberg teve maior prejuízo na América Latina ao ter WhatsApp, Instagram e Facebook fora do ar por seis horas na última segunda-feira.

O amanhã está sendo escrito hoje. Você está preparado para escrever o seu? Conheça o curso de inovação da EXAME Academy

O levantamento da consultoria Netblocks indica que a empresa perdeu 24,7 milhões de dólares só no Brasil por causa do apagão.

Entre os mais impactados pela ausência das redes sociais no país, estão as pequenas e médias empresas: ao todo, 70% das PMEs sofreram impactos negativos em vendas, sendo o WhatsApp a ferramenta mais utilizada por elas para concluírem vendas (84%), como mostra levantamento realizado pelo Sebrae. Como consequência do impacto gerado, o Procon-SP notificou o Facebook. Caso o problema não tenha sido causado por evento externo, a empresa pode ser multada em até R$ 10 milhões.

Completando a lista de países mais impactados na América Latina, estão México (13,8 milhões de dólares) e Argentina (7,7 milhões de dólares). No total, a empresa americana, baseada em Menlo Park, deixou de faturar 71,5 milhões de dólares.

Vale lembrar que o Facebook arrecada mais de 98% da própria receita com mais de 10 milhões de anunciantes ativos. Nos três meses encerrados em 30 de junho, a rede obteve uma média de US$ 78 milhões em vendas de anúncios a cada seis horas, globalmente.

Além de resolver os problemas gerados pelo apagão, a empresa conta com outro desafio de imagem: o de garantir que a empresa não causa danos aos usuários em seus serviços. Em uma denúncia feita recentemente por uma ex-gerente de projetos da empresa -- e exposta no Wall Street Journal -- a empresa tem estudos do efeito nocivo que o Instagram pode causar em adolescentes.

Em resposta a essas acusações, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, negou que as plataformas priorizem lucro em vez de segurança. Entre os exemplos usados pelo executivo para corroborar a tese, estão a mudança no feed de notícias do Facebook, que favorece conteúdos de amigos de usuários -- tirando, por consequência, conteúdo de empresas.

Obrigado por ler a EXAME! Que tal se tornar assinante?


Tenha acesso ilimitado ao melhor conteúdo de seu dia. Em poucos minutos, você cria sua conta e continua lendo esta matéria. Vamos lá?


Falta pouco para você liberar seu acesso.

exame digital

R$ 4,90/mês
  • R$ 14,90 a partir do segundo mês.

  • Acesse quando e onde quiser.

  • Acesso ilimitado ao EXAME Invest, macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo e tecnologia.
Assine

exame digital anual

R$ 129,90/ano
  • R$ 129,90 à vista ou em até 12 vezes. (R$ 10,83 ao mês)

  • Acesse quando e onde quiser.

  • Acesso ilimitado ao EXAME Invest, macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo e tecnologia.
Assine

Já é assinante? Entre aqui.

Veja também