Philips Fidelio M1

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Avaliação do editor Airton Lopes / O som do Fidelio M1 não chega a ser excepcional, mas alcança um nível de detalhamento superior ao da maioria dos headphones e não há exagero nos graves. Seu design traz uma bela combinação de metal, couro e plástico. Além da aparência atraente, o conjunto é leve e confortável, tem almofadas que envolvem as orelhas sem apertar ou aquecer demasiadamente. O cabo é destacável e apresenta um controle com um único botão para pausar, avançar e voltar nas faixas, mas sem ajuste de volume.

Avaliação de Giovana Penatti / Há cada vez mais pessoas adotando headphones grandões no lugar dos discretos earbuds no dia a dia. O Fidelio M1 pode ser uma boa escolha por ser relativamente discreto (sendo um headphone, não tem como não chamar atenção), muito confortável e ter qualidade de som boa. O preço, no entanto, pode assustar: é preciso desembolsar 549 reais pelo fone. 

Áudio

O som do Fidelio M1 é muito bom, com nível de detalhamento superior à média. Mas não o suficiente para figurar entre os melhores que já vimos.

Ele tem boa performance em volumes médios. No entanto, conforme aumentamos o volume, os sons ficam confusos. Os que mais sofrem com isso são os de baixa frequência: graves e médios se misturam e fica difícil de identificar qual é qual. Já os agudos são bem controlados no M1 e não chegam a ser estridentes em qualquer volume.

No volume mais alto, o fone consegue isolar o barulho totalmente sem chegar a machucar os ouvidos – mas, como todo mundo sabe, pode ser incômodo ouvir música assim, especialmente durante muito tempo, além de não ser saudável.

Visual

Se o som do M1 não o coloca entre os headphones mais potentes, o conforto faz com que ele se destaque dos outros. Ele é extremamente confortável, com almofadas macias na alça superior e nas conchas.

Falando nelas, não têm aquele buraco que acomoda as orelhas, mas não apertam ou esquentam demais. O isolamento do áudio, como dito anteriormente, é muito bom, especialmente com o volume alto. O peso também conta pontos no conforto, já que ele tem só 119 gramas.

O acabamento do M1 é requintado. A alça e as almofadas são de couro e a estrutura, de um metal leve. O plástico serve para sustentar as conchas e criar a textura da parte de fora. É um headphone bonito, discreto e tem cara de resistente o suficiente para aguentar uma rotina no transporte público, por exemplo. Mas quem pretende utilizá-lo para andar por aí deve superar o inconveniente de não ser dobrável, apesar da Philips ter providenciado uma sacola própria para ajudar no transporte.

Conexão

A parte de conectividade é interessante e pouco comum. O M1 vem com um cabo P2 removível mas, para não precisar caçar a entrada na concha, um cabo curto sai dela para e conectar à extensão de 1,10 metro (com os 10 centímetros do cabo que fica acoplado à concha, o total é de 1,20 metro) que acompanha ou em algum outro cabo que seja compatível.

Na tal extensão, há um botão de controle que assume diversas funções de acordo com a quantidade de cliques. Com um clique, ele pausa ou dá play; dois, volta uma música; três, avança. Esses comandos funcionaram em smartphones no INFOlab, mas não em computadores. Também há um microfone inline para atender chamadas sem precisar remover o headset.

Vídeo

 http://videos.abril.com.br/info/id/b512d162a3ed7e92be1b2d21ac6d993d

Ficha técnica

Formato concha
Conexão P2
Cabo 1,2 m
Sensibilidade 106 dB/MW
Resposta de frequência 15 – 24.000 Hz
Peso 119 g

Avaliação técnica

Prós Muito confortável; leve; bonito
Contras O áudio poderia ser melhor; não é dobrável
Conclusão O som poderia ser melhor para justificar o preço
Áudio 8,0
Redução de ruído e isolamento 7,7
Conexão 7,5
Design 8,7
Média 8.1
Preço R$ 549
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