Michelle Obama pede que Trump seja banido para sempre das redes sociais

Em comunicado, a ex-primeira-dama ressalta o risco do comportamento dos seguidores de Trump e manda recado ao Vale do Silício

A ex-primeira-dama Michelle Obama enviou um comunicado ao Vale do Silício nesta quinta-feira (7) pedindo para que o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja permanentemente banido das redes sociais.

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Ela compartilhou o comunicado completo no Twitter e no Facebook, em que pediu o esforço das empresas para impedir que Trump -- ou qualquer outro presidente -- possa voltar a convocar manifestações como essa usando o alcance dessas plataformas.

"Agora é a hora de as empresas pararem de permitir esse comportamento monstruoso -- e irem mais longe do que já foram, banindo permanentemente esse homem de suas plataformas e implementando políticas para evitar que sua tecnologia seja usada pelos líderes do país para alimentar a insurreição", afirmou.

Além de pedir o esforço do setor privado, Michelle Obama também reiterou que o ato de ontem não diz respeito ao verdadeiro espírito americano e ressaltou a diferença da força policial usada contra os manifestantes diante dos protestos do Black Lives Matter, ocorridos no ano passado.

Por fim, a ex-primeira-dama traz uma mensagem de esperança, afirmando que consertar o cenário atual não é um esforço exclusivo de um único candidato ou partido político.

"Cabe a nós fazer a nossa parte. Nos informar. Ouvir. E nos agarrar à verdade e aos valores que sempre permitiram a esse país progredir. Será um esforço desconfortável e, por vezes, doloroso. Mas se nós nos dedicarmos a isso com honestidade e amor ao nosso país, então finalmente poderemos nos curar", finaliza.

Trump fora das redes sociais

Nesta quinta-feira (7), Donald Trump foi banido do Facebook por tempo indeterminado  e teve sua conta banida no Twitter por, pelo menos, doze horas. Ao mesmo tempo, Snapchat bloqueou postagens do atual presidente dos Estados Unidos e o TikTok baniu vídeos de Trump relacionados ao ato de ontem, além das hashtags #stormthecapitol e #patriotparty, segundo informações do TechCrunch.

O esforço é conduzido em meio à grande quantidade de pedidos feitos por analistas políticos, jornalistas e políticos que apontam o risco da disseminação de conteúdo falso em meio ao caos político que os Estados Unidos enfrentam. Antes desses bloqueios, medidas já haviam sido adotadas no período eleitoral por algumas plataformas, com o intuito de minimizar o alcance das Fake news.

 

 

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