Tecnologia

Megaupload era usado por 57% das empresas

De acordo com um relatório da empresa de análise de tráfego Palo Alto Network, site tinha um volume de tráfego de 20,4 gigabytes

Site era responsável por 25% do volume de arquivos trocados. Mediafire, com 15% da banda, e Filesonic, com 5%, apareciam na sequência (Wikimedia Commons)

Site era responsável por 25% do volume de arquivos trocados. Mediafire, com 15% da banda, e Filesonic, com 5%, apareciam na sequência (Wikimedia Commons)

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Da Redação

Publicado em 20 de janeiro de 2012 às 16h30.

São Paulo - O Megaupload, serviço para o compartilhamento de arquivos fechado ontem pelo FBI, era usado por 57% das corporações, de acordo com um relatório da empresa de análise de tráfego Palo Alto Networks.

Segundo a PAN, apesar de o Megaupload perder em preferência para o Dropbox, usado por 76% das empresas, ela era responsável por um maior volume de tráfego - 20,4 gigabytes contra 17,5 gigabytes do Dropbox.

A pesquisa da Palo Alto Networks entrevistou 1636 empresas ao redor do mundo, de médio e grande porte, com pelo menos 2500 usuários cada.

Levando em consideração apenas conteúdo relacionado ao entretenimento, como vídeos, filmes, músicas e games piratas e não piratas, o Megaupload ocupava a primeira posição.

O site era responsável por 25% do volume de arquivos trocados. Mediafire, com 15% da banda, e Filesonic, com 5%, apareciam na sequência.

Campanha pró compartilhamento ilegal

Em dezembro do ano passado, enquanto enfrentava um processo da gravadora Universal, o Megaupload postou um vídeo no YouTube onde artistas como Jamie Foxx, o rapper Kanye West e o cantor Will.i.am, do Black Eyed Peas, afirmavam usar o Megaupload para trocarem arquivos.

Na sequência, Will.i.am afirmou que não havia autorizado o uso de sua imagem para o vídeo.

O criador do Megaupload, Kim Schmitz, foi preso, hoje, na cidade de Auckland, na Nova Zelândia. Schmitz estava trancado em um cofre e portava uma espingarda de cano serrado.

Os Estados Unidos pedem agora a sua extradição a fim de julgá-lo pelo crime de pirataria. Schmitz é acusado por gravadoras e estúdios de cinema de causar prejuízos superiores a 500 milhões de dólares.

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