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EUA descartam ciberataque por falha em Wall Street e United

O governo americano indicou que não existem sinais de "atividade maliciosa" ou de relação entre erros que suspenderam atividades da United e da Bolsa de NY


	Bolsa de Nova York: falha aconteceu ao redor das 11h30 (local, meio-dia e meia em Brasília)
 (Spencer Platt/AFP)

Bolsa de Nova York: falha aconteceu ao redor das 11h30 (local, meio-dia e meia em Brasília) (Spencer Platt/AFP)

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Da Redação

Publicado em 8 de julho de 2015 às 17h04.

Washington - O governo dos Estados Unidos indicou nesta quarta-feira que não existem sinais de "atividade maliciosa" ou de relação entre os erros técnicos que suspenderam a atividade da companhia aérea United e da Bolsa de Nova York nesta manhã.

"Não há indicação de que agentes maliciosos estejam envolvidos, nem que ambos os eventos estejam relacionados", assinalou o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, em sua entrevista coletiva diária, ao comentar a queda do sistema da Bolsa de Nova York (NYSE) e da companhia United Airlines.

Earnest respondeu assim à preocupação surgida depois do anúncio da companhia aérea United, uma das maiores do país, anunciar que um falha informática a tinha obrigado a paralisar 3.500 voos programados para esta manhã, e depois de a Bolsa de Wall Street informar da suspensão das operações por causa também de um problema informático.

"O problema que estamos experimentando é um tema técnico interno e não é resultado de um ciberataque", afirmou a NYSE em sua conta no Twitter.

A falha aconteceu ao redor das 11h30 (local, meio-dia e meia em Brasília), e até agora não havia sido solucionado.

Já a United anunciou no meio da manhã que tinha retomado todos seus voos após suspendê-los por duas horas em todo o mundo.

As agências de inteligência dos EUA advertiram recentemente dos riscos de um ciberataque sobre os sistemas informáticos do país, após reconhecerem que tinham registrado vários ataques destas características a empresas privadas. 

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