Elon Musk apresenta plano para cobrar US$ 20 por mês pelo selo de verificação do Twitter

Novo modelo deverá ser um substituto para o Twitter Blue, que liberar recursos especiais na rede social pelo valor de US$ 5 por mês
Twitter sob nova direção: Elon Musk apresenta mudanças para a empresa recém comprada (AFP/AFP Photo)
Twitter sob nova direção: Elon Musk apresenta mudanças para a empresa recém comprada (AFP/AFP Photo)
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Da redação

Publicado em 31/10/2022 às 15:46.

Última atualização em 31/10/2022 às 16:10.

Mal completou duas semanas no comando do Twitter e Elon Musk já apresentou ideias para revisar as estratégias da empresa que comprou por US$ 44 bilhões.

Segundo documentos internos vistos pelo site americano The Verge, Musk quer cobrar para que os usuários sejam verificados na rede social. O novo plano de assinatura tem valor estimado em US$ 20 mensais (cerca de R$ 106) e autenticaria qualquer ingressante.

Ainda, segundo o The Verge, o sistema de assinaturas teria sido um ordem urgente para a equipe de engenharia: ou os funcionários entregam o recurso até 7 de novembro ou serão demitidos.

A intenção seria substituir o Twitter Blue, plano que existe em alguns países no valor de US$ 5. Na assinatura atual, os usuários têm acesso a ferramentas exclusivas como a ferramenta de cancelar tuítes para corrigir informações, acesso a artigos de sites sem publicidade e a possibilidade de customizar a barra de navegação da plataforma.

Com isso, a verificação se tornaria quase um “aluguel” no site — caso o usuário receba o selo mas deixe de assinar o serviço, a certificação seria revogada automaticamente. Procurado pelo The Verge, o Twitter não quis comentar.

Os selos de verificação existem nas redes sociais como meio de combater a desinformação e falsidade ideológica. Atualmente, se alguém faz uma conta falsa fingindo ser um líder mundial, jornalista ou celebridade, é fácil dizer que é falsa se a conta não tiver o selo azul. 

Mas sob esse sistema recém-proposto, não há muito incentivo para pagar os US$ 20 por mês para permanecer verificado, especialmente porque o símbolo outrora cobiçado estaria disponível para qualquer pessoa disposta a pagar.

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