Problemas nas ações de saúde na Bovespa

As empresas do setor já não estão tão bem na bolsa

São Paulo - O menor crescimento econômico já começa a prejudicar as companhias do setor de saúde. Nos últimos cinco anos, as grandes compradoras de planos de saúde foram as empresas, para oferecer esse benefício a milhões de novos trabalhadores.

Hoje, com redução do ritmo de criação de empregos formais, a demanda diminuiu – e a expectativa dos analistas é que continue em baixa. Isso, aliado ao fato de os clientes dos planos de saúde estarem usando mais frequentemente seus serviços, marcando consultas e exames, tem derrubado as ações das companhias de serviços de saúde.

Os papéis da empresa de diagnósticos Dasa, por exemplo, caíram 26% em 12 meses (até 25 de março). Por enquanto, as ações da corretora de planos de saúde Qualicorp não foram afetadas, porque a empresa não sofre o impacto do aumento das despesas com maior uso dos planos, já que só comercializa produtos e serviços.

As empresas de serviços de saúde abriram o capital depois de 2004. Desde a estreia, as ações de todas elas acumulam valorização – a Odontoprev foi a que mais subiu, com alta de 284%.

(Texto corrigido em relação à publicação impressa, em que as cotações de Odontoprev e Dasa estavam erradas)

Obrigado por ler a EXAME! Que tal se tornar assinante?


Tenha acesso ilimitado ao melhor conteúdo de seu dia. Em poucos minutos, você cria sua conta e continua lendo esta matéria. Vamos lá?


Falta pouco para você liberar seu acesso.

exame digital

R$ 12,90/mês
  • Acesse onde e quando quiser.

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.
Assine

exame digital + impressa

R$ 29,90/mês
  • Acesse onde e quando quiser

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

  • Edição impressa mensal.

  • Frete grátis
Assine

Já é assinante? Entre aqui.