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A receita da startup Daki para democratizar as entregas em tempo recorde

A varejista online Daki promete entregas em até 15 minutos, e agora quer democratizar o acesso às compras ultrarrápidas. A receita: aceitar todo tipo de pagamento

O atendimento em tempo recorde e personalizado é a principal promessa da Daki, startup paulistana de entregas de supermercados. Como faz isso há menos de um ano, a Daki terá agora a primeira experiência de Black Friday de sua história, e o objetivo é conseguir cumprir um prazo curtíssimo para as entregas, mesmo com a alta nos pedidos. Fazer isso dependerá de duas coisas: expandir o número de estoques, apelidados de dark stores, espalhados pelas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, de 50 para mais de 100 até o final do ano e também expandir seu portfólio de 1.500 itens, incluindo produtos sazonais no aplicativo.

A aposta é ainda mais ambiciosa quando se olha para uma das principais estratégias da Daki para a alta temporada do varejo: ampliar o público potencial da startup ao aceitar novos métodos de pagamento, como vale-alimentação e vale-refeição. “Temos de garantir uma malha logística eficiente, mas estar onde o cliente está não basta. Também precisamos ser inclusivos”, diz Rafael Vasto, CEO da Daki. “Nosso primeiro teste de fim de ano tem tudo para ser positivo.”

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Inclusão, nesse caso, tem a ver com enxergar o contingente de brasileiros sem cartão de crédito nem conta bancária — algo como 10% da população. O primeiro passo nessa jornada foi incluir o Pix entre os métodos de pagamento aceitos pela empresa. Depois, a expansão foi para as carteiras digitais do Google e da Apple. Já o vale-alimentação e o vale-refeição são resultado de uma parceria com a empresa VR Benefícios. Com a demanda crescente pelos artigos de supermercado super-rápidos nas capitais, a intenção da Daki é também passar a aceitar vales de outras empresas do setor, como Sodexo e Ticket.

“Queremos falar com o público das áreas em que atuamos. A Black Friday e o final de ano são ótimos períodos para testes”, diz Alex Bretzner, um dos fundadores e líder das estratégias de marketing da Daki. O desafio está em ter sucesso ao manter o plano de expansão — definido pela empresa desde o início do ano — ao mesmo tempo que encara, pela primeira vez, o período mais atípico do varejo.

Caixa para atender a essa e a outras propostas não deve faltar. Há quatro meses, a Daki recebeu um aporte de 170 milhões de dólares — o equivalente a 870 milhões de reais — em rodada série A que envolveu grandes fundos, como Tiger Global, GGV Capital e Balderton Capital. Desde junho a empresa também faz parte do JOKR, grupo americano que investe em empresas do setor e que ajuda a Daki com estratégias que, segundo os fundadores da empresa, têm funcionado.

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