Inspiração para o ano que começa

Exemplos de empreendedorismo, da pujança do mercado pet à inovação em finanças com tecnologia blockchain e impacto social, mostram que há razões para o otimismo
Taynaah Reis, CEO e fundadora da Moeda Semente: um exemplo do Brasil para o mundo de como fazer negócios com impacto social e inovação com tecnologia blockchain | Foto: Divulgação (Divulgação/Divulgação)
Taynaah Reis, CEO e fundadora da Moeda Semente: um exemplo do Brasil para o mundo de como fazer negócios com impacto social e inovação com tecnologia blockchain | Foto: Divulgação (Divulgação/Divulgação)
Por Da RedaçãoPublicado em 20/01/2022 05:12 | Última atualização em 24/01/2022 14:17Tempo de Leitura: 3 min de leitura

O ano de 2022 começa com motivos para ser otimista. Não, você não leu errado. Se não faltam fatores para causar a devida apreensão, como a perspectiva de eleições polarizadas, uma economia que começa a sofrer os efeitos do aumento de juros e o avanço de uma nova variante do coronavírus, há também razões para acreditar em um ano melhor, como exemplos que se sucedem para mostrar que a capacidade de inovação e de fazer negócios dos brasileiros empreendedores continua a nos surpreender.

Um desses exemplos é tema da reportagem de capa da primeira edição do ano da EXAME: a efervescência do mercado pet, um setor com faturamento de 50 bilhões de reais e que deu um salto justamente na pandemia.

A reportagem de Maria Clara Dias, com edição de Leo Branco, conta as histórias por trás das cifras bilionárias e explica os fundamentos do fenômeno pet, cujos números são superlativos: são mais de 270.000 negócios formais, de dezenas de milhares de microempreendedores individuais — que encontraram seu sustento na paixão do brasileiro por animais de estimação ­— a gigantes que atraem investimentos de fundos globais ou abrem o capital na bolsa. Este é o caso da Petz, empresa fundada há 20 anos pelo empreendedor Sergio Zimerman, avaliada em mais de 6 bilhões de reais e que hoje lidera a consolidação do setor.

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Outra inspiração vem da jovem mineira Taynaah Reis, CEO e fundadora da startup Moeda Semente, que se tornou referência mundial em finanças descentralizadas com impacto social. É difícil enquadrar a empresa nas “caixinhas” de definições tradicionais: é uma mistura de fintech, aceleradora, corretora de criptomoedas, market­place e até escola.

Reis inova promovendo a inclusão financeira de comunidades e produtores agrícolas por meio de um ecossistema que prescinde de intermediários tradicionais, como os bancos — daí o conceito “descentralizadas”. Tudo com base em contratos com a tecnologia blockchain, que é uma face menos visível, mas fundamental, da revolução nada silenciosa dos criptoativos.

A Moeda Semente nasceu de uma iniciativa da ONU e já atraiu o interesse de gigantes como Mastercard e IBM Research. A história de empreendedorismo de ­Reis é símbolo de um novo mundo que já se faz presente, como será possível descobrir nas páginas do especial Future of Money.

Contamos ainda a história de brasileiros que estão liderando negócios no metaverso, o novo mundo de ambientes virtuais, reflexo de um futuro que já chegou e que ensina que é possível, sim, ser otimista no ano que começa.   


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