• AALR3 R$ 20,04 -0.15
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Conheça os melhores fundos de ações long bias em 2021

Absolute Investimentos foi a vencedora dessa categoria do Melhores do Mercado, da EXAME; leia o depoimento dos gestores à frente dos 3 fundos premiados
Christian Faricelli (em pé, à dir.) e equipe da Absolute Investimentos (Exame/Leandro Fonseca)
Christian Faricelli (em pé, à dir.) e equipe da Absolute Investimentos (Exame/Leandro Fonseca)
Por Beatriz Quesada, Guilherme Guilherme, Marília AlmeidaPublicado em 23/03/2022 15:00 | Última atualização em 23/03/2022 15:00Tempo de Leitura: 4 min de leitura

A Absolute Investimentos foi a vencedora da categoria Fundos de Ações – Long Bias na premiação Melhores de Mercado da EXAME, relativa ao ranking mais tradicional da indústria de fundos de investimento do país. A gestora foi premiada com o fundo Absolute Pace de acordo com a metodologia definida pela EXAME com a ajuda de especialistas do mercado de capitais. Na segunda colocação ficou o fundo SPX Falcon, da SPX Capital; seguida do Navi Long Biased da Navi Capital.

Veja abaixo os depoimentos em primeira pessoa dos gestores à frente dos três fundos premiados da categoria, em que eles contam as estratégias e as decisões de alocação tomadas em 2020 e 2021, além da visão para o ano de 2022:

1o Christian Faricelli, sócio e gestor de ações do Absolute Pace

“Para lidar com a volatilidade, acreditamos que é importante trazer premissas da área macroeconômica para compor a estratégia de análise fundamentalista. Essa postura se torna ainda mais relevante neste ano, quando teremos eleições, inflação e um PIB baixo. No exterior, um cenário global incerto, com conflitos geopolíticos na Ucrânia e elevação da taxa básica de juro nos Estados Unidos. É uma conjuntura que favorece a junção das análises macro e microeconômica, que é uma das principais características do Absolute Pace. Em 2021, nosso diferencial foi ter uma cabeça proprietária. Apostamos contra as queridinhas e fizemos muito dinheiro com operações vendidas, principalmente nos setores de adquirentes, e-commerce, bancos digitais e empresas aéreas. A bolsa caiu 17% no segundo semestre de 2021, e entregamos 5% de rentabilidade no período apenas com operações de short. Para 2022, não temos mais posições vendidas convictas, mas mantemos outra estratégia que foi vencedora no último ano: manter commodities como um risco relevante da carteira.”

2o Leonardo Linhares, diretor responsável pela área de ações da SPX Capital

“A parte de commodities impulsionou o resultado, principalmente no primeiro semestre de 2021. Mas tivemos ganhos expressivos com teses microeconômicas, que incluíam as ações de Pão de Açúcar, ­Embraer e SLC. Alocamos mais no mercado externo no início do ano, pois estávamos mais pessimistas quanto ao cenário interno. O Partido Democrata levou o Senado americano, ficando com as duas casas legislativas e, portanto, com condições de implementar seus planos fiscais. Isso levou a uma abertura relevante da curva de juros americana. Pegamos não só a alta de juros mas também a parte de ações internacionais. No Brasil, evitamos ações de tecnologia e crescimento ao longo do ano. No início de 2021, vimos uma piora do cenário, com a possibilidade de o ex-presidente Lula se tornar candidato. Isso levou a uma mudança no governo, que se tornou mais populista. Recuamos quando ficou claro que teríamos um ciclo de aperto monetário, dadas a inflação muito elevada e a piora da discussão macroeconômica.”

3o Felipe Campos, sócio, CEO e co-CIO de renda variável da Navi Capital

“Em 2021, o mais importante foi não cair em casca de banana. Em 2020, houve uma valorização muito grande­ de empresas com temáticas da moda. Esse movimento nos levou a zerar posições ao longo do ano. Evitamos papéis do setor de e-commerce e ficamos com poucas ações de tecnologia na carteira. Temos preferência por empresas líderes, como o Mercado Livre. Acreditamos que, mesmo com a alta competição do segmento, a companhia apresenta um crescimento satisfatório. Por outro lado, alguns setores, principalmente o de commodities, estão bem descontados. Empresas como Petrobras e siderúrgicas crescem menos, mas estão baratas e podem ficar ainda mais por causa da discussão ESG. Ao ­saírem do radar de alguns investidores, esses papéis perdem valor, mesmo se consideramos o cenário de que vão fazer investimentos para melhorar seu impacto ambiental.”