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Dolly Parton manteve câncer em segredo para não preocupar fãs e familiares, diz primo

Segundo Richie Owens, cantora preferiu preservar o diagnóstico e teve um sepultamento intimista

Dolly Parton: cantora foi enterrada em Nashville, em 28 de agosto (Mickey Bernal Getty Images via AFP)

Dolly Parton: cantora foi enterrada em Nashville, em 28 de agosto (Mickey Bernal Getty Images via AFP)

Naty Falla
Naty Falla

Repórter

Publicado em 3 de setembro de 2026 às 16h54.

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Dolly Parton manteve em sigilo o diagnóstico de câncer que enfrentava antes de morrer, na última semana, para evitar preocupação entre familiares e fãs, segundo Richie Owens, primo de primeiro grau da cantora.

Em entrevista nesta quinta-feira, 3, ao programa TODAY, da NBC, Owen disse que nem mesmo alguns parentes próximos sabiam da dimensão dos problemas de saúde enfrentados pela cantora.

“Ela sempre manteve as coisas em privado porque queria que todos ao redor permanecessem positivos”, afirmou, acrescentando que ela procurava tranquilizar as pessoas com a mensagem de que ficaria bem e pedia que demonstrassem carinho.

Owens também explicou que o sepultamento da cantora foi realizado de forma discreta. Dolly Parton foi enterrada em Nashville, em 28 de agosto, ao lado do marido, Carl Dean, com quem foi casada por 59 anos e que morreu aos 82 anos, em 2025.

Segundo o primo, não houve um funeral formal, mas um sepultamento pequeno, com a presença de poucos familiares. A cerimônia foi realizada rapidamente e respeitou o desejo de Parton de manter o momento em privado.

Parton morreu em 25 de agosto, aos 80 anos, após uma “breve batalha contra o câncer”, segundo comunicado da família. Nos meses anteriores, a cantora havia comentado publicamente que enfrentava problemas de saúde, mas não revelou que tinha a doença.

Parton queria que fãs ajudassem instituições

Owens afirmou ainda que Parton preferia que o dinheiro que seria gasto em homenagens após sua morte fosse destinado a instituições de caridade. Ele citou especificamente a Imagination Library, iniciativa criada pela cantora.

Segundo o primo, Parton dizia que preferia que os US$ 50 que alguém gastaria em flores fossem doados à organização. A cantora era conhecida por seu trabalho filantrópico e, de acordo com Owens, tinha grande preocupação com suas instituições.

A morte de Parton foi anunciada inicialmente em um vídeo publicado no Instagram da cantora por seu sobrinho, Bryan Seaver. A própria cantora havia pedido anos antes que ele fizesse o anúncio quando chegasse o momento.

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