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Disney vence corrida das bilheterias e se torna 1º estúdio a faturar US$ 3 bilhões em 2026

Estúdio alcança marca histórica impulsionado por “Toy Story 5” e sequência de grandes estreias no cinema

"Toy Story 5": Disney se tornou o primeiro estúdio de Hollywood a ultrapassar a marca de US$ 3 bilhões (Divulgação / Pixar)

"Toy Story 5": Disney se tornou o primeiro estúdio de Hollywood a ultrapassar a marca de US$ 3 bilhões (Divulgação / Pixar)

Mateus Omena
Mateus Omena

Repórter

Publicado em 26 de junho de 2026 às 15h06.

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Impulsionada pelo desempenho de "Toy Story 5", a Disney se tornou o primeiro estúdio de Hollywood a ultrapassar a marca de US$ 3 bilhões (cerca de R$ 15,6 bilhões) em bilheteria mundial em 2026.

Em 2026, o resultado consolida o desempenho global do estúdio nas salas de cinema. A animação já arrecadou mais de US$ 367 milhões globalmente, segundo dados de bilheteria, e figura entre as estreias da Pixar com maior receita inicial.

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O desempenho reforça a participação do título no calendário de lançamentos do estúdio.

"O Diabo Veste Prada 2" registra US$ 677,6 milhões e leva a franquia a superar US$ 1 bilhão em arrecadação total. "Cara de Um, Focinho de Outro", também da Pixar, soma US$ 372 milhões. "Star Wars: O Mandaloriano e Grogu" alcança mais de US$ 323 milhões. "Socorro!", da 20th Century Studios, registra US$ 94 milhões.

As projeções indicam expansão da bilheteria com estreias previstas para o segundo semestre, incluindo "Vingadores: O Juízo Final", da Marvel, o live-action de "Moana" e a animação "Enfeitiçadas: Bem-vindos a Hexe".

O estúdio mantém participação relevante com o desempenho acumulado de "Avatar: Fogo e Cinzas" e "Zootopia 2", lançados no fim de 2025.

Disney tem queda no lucro, mas vê avanço em parques

A Walt Disney Company registrou lucro de US$ 2,24 bilhões no segundo trimestre fiscal, recuo de 31,4% na comparação anual.O conglomerado de mídia reportou receita de US$ 25,1 bilhões entre janeiro e março, avanço de 6,5% em relação ao mesmo intervalo de 2025.

O resultado foi sustentado por diferentes frentes de negócio, com crescimento de 10% na unidade de filmes e streaming, enquanto parques e ESPN avançaram 7% e 2%, respectivamente.

A empresa não divulga mais o total de assinantes do streaming Disney+, mas indica expansão da base. O desempenho também recebeu influência de efeitos cambiais positivos no reconhecimento de assinaturas.

O período ainda registrou melhora no desempenho de lançamentos no cinema, aumento de receitas com publicidade na ESPN e maior tíquete médio nos parques de Orlando e Califórnia.

Segundo a Disney, o lucro por ação deve crescer 12% no atual ano fiscal, excluindo efeitos de calendário, enquanto no ano fiscal de 2027 a projeção aponta expansão em dois dígitos.
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