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Comer um cachorro-quente pode te tirar 36 minutos de vida, aponta estudo

Mais de 5.000 alimentos foram avaliados para montar uma classificação de acordo com a carga de doenças nutricionais destes alimentos, além de seu impacto ambiental

Tudo fica melhor com um cachorro-quente, não é mesmo? Se fosse só pela nossa vontade, a resposta seria sim. Porém, um estudo recente publicado pela Universidade de Michigan mostrou que, na verdade, comer um cachorro-quente pode tirar até 36 minutos de sua vida, devido principalmente ao efeito prejudicial da carne processada.

Um cachorro-quente de tamanho padrão, com cerca de 60 gramas, resulta na perda de 27 minutos de vida. Mas, quando adicionamos ingredientes como o alto índice de sódio e ácidos graxos, esse tempo salta para 36 minutos. 

A pesquisa avaliou cerca de 5.800 alimentos, classificando-os de acordo com a carga de doenças nutricionais para os humanos e seu impacto no meio ambiente. O estudo descobriu que substituir 10% da ingestão calórica diária de carne bovina e carnes processadas por uma mistura de frutas, vegetais, nozes, legumes e frutos do mar pode reduzir a pegada de carbono na dieta em um terço, além de fazer com que as pessoas ganhem 48 minutos de vida (saudável) por dia.

 

 

A Agência Internacional para Pesquisa do Câncer da Organização Mundial da Saúde (OMS) relatou que presunto, cachorro-quente e outras carnes processadas podem contribuir para o câncer de cólon. Os cachorros-quentes também são ricos em gordura saturada e sódio. Um cachorro-quente sozinho pode conter mais de um quarto da dose diária de sódio e mais de 14 gramas de gordura.

O trabalho foi baseado em um novo índice nutricional, conhecido como Health Nutritional Index, que calcula a carga benéfica ou prejudicial à saúde em minutos de vida, associada a uma determinada quantidade de comida ingerida.

Além desse cálculo, a pesquisa também analisou o impacto ambiental dos alimentos, levando em consideração receitas de alimentos detalhadas, bem como um "desperdício previsto" de alimentos. E então, os pesquisadores classificaram os alimentos em três zonas de cores: verde, amarelo e vermelho, com base em seus desempenhos nutricional e ambiental como um semáforo.

Cachorro-quente Cachorro-quente: no Brasil, existe uma variedade gigantesca de como ele pode ser montado

Cachorro-quente: no Brasil, existe uma variedade gigantesca de como ele pode ser montado (Eduardo Monteiro/Exame)

A zona verde representa os alimentos que devem ser aumentados na dieta alimentar e contêm alimentos que são nutricionalmente benéficos e de baixo impacto ambiental. Os alimentos nesta zona são predominantemente nozes, frutas, vegetais cultivados no campo, legumes, grãos inteiros e alguns frutos do mar.

A zona vermelha inclui alimentos que têm impactos nutricionais ou ambientais consideráveis ​​e devem ser reduzidos ou evitados na dieta. Os impactos nutricionais foram causados ​​principalmente por carnes processadas, clima e muitos outros impactos causados ​​por carne bovina e suína.

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