Pop

Apple Music fica mais caro no Brasil; veja os novos preços das assinaturas

Planos Individual, Familiar e Universitário receberam reajuste, enquanto parte dos pacotes Apple One também teve aumento

Apple Music: novos preços já estão em vigor no Brasil e acompanham uma alta aplicada em diversos mercados (Getty Images)

Apple Music: novos preços já estão em vigor no Brasil e acompanham uma alta aplicada em diversos mercados (Getty Images)

Publicado em 20 de julho de 2026 às 12h32.

Tudo sobreApple
Saiba mais

Quem assina o Apple Music no Brasil vai precisar desembolsar mais a partir desta semana. A Apple reajustou os preços de seus planos de streaming de música no país, acompanhando uma atualização aplicada em diversos mercados internacionais. Os novos valores já estão disponíveis para novos assinantes e também passam a valer nas renovações das assinaturas.

Quais são os novos preços?

O plano Individual passou de R$ 21,90 para R$ 23,90 por mês. Já o plano Universitário subiu de R$ 11,90 para R$ 12,90 mensais.

O maior reajuste foi aplicado ao plano Familiar, que agora custa R$ 40,90 por mês, ante os R$ 34,90 cobrados anteriormente. O aumento representa uma alta de cerca de 17%, a maior entre as modalidades do serviço.

Apple One também teve reajuste

Os pacotes Apple One (serviço que combina Apple Music, Apple TV, Apple Arcade, Apple Fitness+ Premium e armazenamento no iCloud+) também receberam alterações nos preços brasileiros. O plano Individual permaneceu em R$ 42,90 por mês.

O plano Familiar passou de R$ 59,90 para R$ 64,90, enquanto o Premium subiu de R$ 99,90 para R$ 104,90 mensais.

Motivo para o aumento

Segundo a Apple, o reajuste ocorre em razão do aumento dos custos de licenciamento pagos à indústria musical. A empresa informou que a atualização dos preços reflete a elevação desses custos, mantendo a remuneração destinada a artistas, gravadoras e demais detentores de direitos. "Como resultado do aumento dos custos de licenciamento, o Apple Music está aumentando seu preço de assinatura a partir de hoje", disse a empresa em comunicado enviado ao site Music Business Worldwide, especializado na indústria fonográfica.

A justificativa segue a mesma linha adotada pela companhia em 2022, quando o plano Individual nos Estados Unidos passou de US$ 9,99 para US$ 10,99. Na época, a Apple afirmou que o reajuste contribuiria para ampliar a remuneração de artistas e compositores por reprodução, ponto que não foi mencionado na declaração mais recente.

Apple Music iguala preços do Spotify no Brasil

O reajuste também mudou o cenário da disputa entre as duas maiores plataformas de streaming de música do país. Com os novos valores, Apple Music e Spotify passaram a cobrar exatamente o mesmo pelas assinaturas Individual, Universitária e Familiar no Brasil.

A coincidência se estende aos centavos. Em setembro de 2025, o Spotify reajustou seus planos, elevando o Individual de R$ 21,90 para R$ 23,90 e o Familiar de R$ 34,90 para R$ 40,90. Agora, a Apple adotou os mesmos valores para as modalidades equivalentes.

Nos Estados Unidos, a situação é diferente. O Spotify aumentou o preço do plano Individual para US$ 12,99 em fevereiro deste ano, enquanto o Apple Music continua custando US$ 11,99 por mês, mantendo uma diferença de US$ 1 entre os serviços naquele mercado.

Já no Brasil, o Spotify informou em janeiro de 2026 que não faria novos reajustes e manteve os preços definidos em setembro de 2025, segundo o portal Mundo Conectado.

Acompanhe tudo sobre:AppleStreaming

Mais de Pop

Quando estreia o último episódio da 2ª temporada de 'X-Men '97'?

Do Brasil para o mundo: 5 séries nacionais que conquistaram o público internacional

É preciso ver todos os filmes e séries do MCU antes do novo ‘Vingadores’? Chefão da Marvel responde

Disney pode seguir caminho da Pluto TV e lançar streaming gratuito