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O potencial da startup Filma Eu, investida de Carol Paiffer no Shark Tank

O aporte de 200.000 reais foi num dos episódios da 6ª temporada do Shark Tank Brasil. Em troca, os sócios da Filma Eu venderam 20% do negócio a Paiffer

A startup Filma Eu, dedicada a registros de lances esportivos, levou 200.000 reais em investimentos de venture capital vindos de Carol Paiffer, fundadora da empresa de educação financeira Atom (investida da EXAME).

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O aporte ocorreu num dos episódios da sexta temporada do programa Shark Tank Brasil, transmitido pelo canal de tevê a cabo Sony. Em troca dos 200.000 reais, os sócios da Filma Eu venderam 20% do negócio a Paiffer.

Fundada em 2015, a Filma Eu foi aberta para registrar as jogadas que acontecem durante a prática esportiva. O sistema é composto por câmeras e botões instalados na quadra esportiva associados a uma central gravadora, com software proprietário de edição.

A ideia surgiu durante um evento de empreendedorismo da Universidade Federal de Itajubá. Na ocasião, os sócios Rafael Ávila, Thassio Roger e Vitor Brandão cursavam engenharia. Vitor chegou a vender seu fusca ano 1970 para o investimento inicial do negócio.

O primeiro sistema foi instalado em uma quadra de futebol society na cidade de Itajubá/MG. Os vídeos gravados viralizaram nas redes sociais, gerando muita curiosidade e interesse por parte de outras quadras esportivas.

Atualmente, a empresa conta com 76 clientes espalhados pelo Brasil e um no Uruguai, mais de 100.000 vídeos gravados mensalmente e mais de 80.000 atletas cadastrados nas plataformas digitais. Em 2020, apesar de um tombo de 60% no faturamento por causa da pandemia, a Filma conseguiu receitas de 110.000 reais.Em 2021, a projeção é de 400.000 reais. Para o ano que vem, a meta é de 1 milhão de reais.

Shark Tank

Com pitch certeiro sobre seu negócio no segmento esportivo, os empreendedores Rafael Ávila e Thassio Roger conquistaram Caito Maia e Carol Paiffer.

A princípio, já no início do programa, uma matéria externa mostrou o sistema, que é composto por câmeras e botões instalados na quadra esportiva associados a uma central, com software de edição. Assim que acontece uma jogada digna de replay, é só correr e apertar, rapidamente, o botão instalado na quadra ou campo. Após o acionamento, o software edita o vídeo da jogada de maneira automática e disponibiliza no aplicativo Filma Eu, onde os jogadores podem assistir, baixar e compartilhar nas redes sociais, logo após o jogo.

Depois do pitch, tanto Caito Maia como Carol Paiffer fizeram ofertas para se tornarem sócios do empreendimento. Maia pediu 30% pelos 200 mil reais pleiteados pela startup. Deste investimento, o fundador da Chilli Beans destinaria 100 mil reais para marketing com influenciadores e o restante para novas aquisições de maquinário para o negócio.

Sem perder tempo, quem também fez sua oferta foi Carol Paiffer. A CEO e sócia-fundadora da Atom S/A, ofereceu as mesmas condições do colega. Depois de consultar seu terceiro sócio Vitor Brandão, a Filma Eu fez uma contraproposta para Maia e Paiffer de 20% de participação na startup.

Neste momento, Caito se pronunciou sobre a situação: “Quando você coloca ambos, parece que os dois são iguais. Ela tem uma visão e eu tenho outra”. Enquanto Thassio Roger seguia convencendo os empreendedores, Carol Paiffer interrompeu: “Se eu der ‘fechado’, você desiste do Caito?”. Rafael Ávila deu o aval e a Filma Eu fechou negócio com a tubarão.

Após o programa, a agora sócia da Filma Eu, Carol Paiffer, comentou a situação: “Foi divertidíssimo disputar com o Caito, eu queria muito investir neles e consegui. Eu vi um potencial gigante no projeto da Filma Eu, que é mais do que a câmera, é um ecossistema de quadras de esporte, onde você pode ter vários outros tipos de serviços”, iniciou.

Por fim, Paiffer revelou que os negócios com a Filma Eu já seguem com tudo: “Pós-programa a gente já teve várias reuniões, onde conseguimos alinhar algumas coisas e já estamos crescendo de vento em poupa. Os meninos são ótimos e estou muito feliz com meu investimento”.

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