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Green Valley: megaclube em SC destruído por ciclone em 2020 reabre hoje

Clube Green Valley tinha acabado de ser reformado quando teve toda sua estrutura destruída em 2020; espaço reabre as portas hoje
Green Valley: Clube em Santa Catarina reabre após ciclone (Divulgação/Green Valley)
Green Valley: Clube em Santa Catarina reabre após ciclone (Divulgação/Green Valley)
Por Mariana DesidérioPublicado em 09/12/2021 14:36 | Última atualização em 09/12/2021 14:48Tempo de Leitura: 4 min de leitura

Considerado um dos melhores clubes do mundo para a música eletrônica, o Green Valley, localizado em Camboriú (SC), reabre suas portas hoje após meses de muito suor e lágrimas. Destruído por um ciclone que atingiu o estado de Santa Catarina em junho de 2020, o clube precisou se reerguer das cinzas e remontar praticamente toda a sua estrutura.  

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“Foi muito difícil ver 20 anos de trabalho no chão. Mas me emocionei muito com o carinho das pessoas querendo ajudar. Fizemos muitos empréstimos, colocamos tudo o que tínhamos. Não vejo a hora de abrir e ver essa roda girar de novo”, afirma Eduardo Philipps um dos sócios do clube.

O clube foi eleito cinco vezes o melhor clube de música eletrônica do mundo pela revista especializada DJ Mag. O espaço tinha passado por uma reforma recente, em 2020, ao custo de cerca de 4 milhões de reais. A lona de cobertura do clube, que já tinha 11 anos, tinha acabado de ser trocada por uma nova. Quando toda a estrutura veio ao chão, os sócios contaram com a solidariedade de parceiros, artistas e do público.

“Muitas vezes a ajuda não é dinheiro, mas um conselho. Logo que tudo que caiu tivemos reunião de 13 horas sem sair da mesa, foi muito marcante, com pessoas estratégicas que nos deram os caminhos para chegarmos à reabertura”, conta Philipps, que é engenheiro civil e fundou o clube em 2007 com sócio Ricardo Tolazzi.

Uma das ideias envolveu justamente a lona de cobertura. Uma sugestão foi usá-la em produtos como camisetas, bonés e coolers vendidos para ajudar a pagar a reabertura do espaço. Em cada pedaço de lona, o Green Valley colocou um chip para permitir a comunicação com o cliente via aplicativo de celular, para envio de promoções, por exemplo. Outra iniciativa foi filmar um documentário sobre a saga do clube, da destruição pelo ciclone à reabertura. O filme está sendo realizado em parceria com cerveja Beck’s.

A reconstrução envolveu ainda os camarins, camarotes e piso, além dos clubes anexos ao Green Valley e que também foram afetados pelo ciclone. No total foram investidos 8 milhões de reais. Parte da reconstrução ficou a cargo da empresa holandesa 250K, responsável pelo palco do Rock in Rio, e que teve a missão de criar uma nova experiência visual no clube.

Com o espaço físico novamente em pé, o Green Valley chegou a marcar a data para seu festival de reabertura para abril de 2021. Mas a pandemia do coronavírus adiou um pouco mais os planos, e o evento ficou sem data definida.

Reabertura

Agora, após meses de trabalho e outros meses de espera, o Green Valley finalmente reabre as portas nesta quinta-feira, para o festival Together We Rise, que terá cinco dias de shows (ainda há ingressos disponíveis). Mais de 30 DJs doaram seus cachês para ajudar na reconstrução do clube. Eles, os parceiros e todos que compraram ingresso para o festival terão seus nomes inscritos em uma homenagem de agradecimento instalado no espaço.

Quem por algum motivo tiver o ingresso mas não puder comparecer, poderá usá-lo em qualquer evento do Green Valley de 2022. A agenda do clube já está fechada até o Carnaval. Depois, o plano é ter ao menos  um evento por mês, como era antes da pandemia. “Esperamos poder retomar o faturamento de antes. As pessoas estão sedentas por eventos, nosso espaço é semi-aberto, dá a sensação de estar ao ar livre. Acreditamos que a procura por espaços como esse possa ser maior do que antes”, diz Philipps

Com capacidade para 9.500 pessoas, o espaço vai operar com 70% da capacidade durante o Together We Rise, como medida de segurança para evitar a disseminação do coronavírus. Também será necessário apresentar comprovação de vacina ou teste negativo para covid para entrar no local. Uma empresa fará testes rápidos na entrada.

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