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Destaques da pandemia, startups de saúde receberam US$ 93 mi em 2020

Levantamento feito pela Distrito mostra que o volume investido em healthtechs em 2020 já é 49% maior que o total investido em 2019
Vitor Asseituno e Guilherme Berardo, cofundadores da Sami: a startup recebeu em outubro um aporte de 86 milhões de reais (Divulgação/Sami)
Vitor Asseituno e Guilherme Berardo, cofundadores da Sami: a startup recebeu em outubro um aporte de 86 milhões de reais (Divulgação/Sami)
Por Carolina IngizzaPublicado em 12/11/2020 09:30 | Última atualização em 12/11/2020 10:14Tempo de Leitura: 3 min de leitura

A pandemia do novo coronavírus causou uma revolução na saúde. Para dar conta do alto volume de atendimentos remotos e em hospitais, as empresas do setor precisaram se reinventar. Nesse processo, as startups de saúde, chamadas de healthtechs, ganharam protagonismo. No Brasil, elas atraíram 93 milhões de dólares em investimentos em 2020, valor 49% maior que o total aportado no ano passado.

Os dados são da startup Distrito, que monitora o ecossistema de inovação do Brasil. Segundo análise da empresa, o país tem 577 heathtechs ativas. No último mês de outubro, essas empresas receberam 24 milhões de dólares em aportes — 235% mais que no mesmo mês do ano passado.

Em número de rodadas, 2020 também é um ano recorde para o setor. Foram 42 aportes até outubro, 10% mais do que a quantidade realizada no mesmo período em 2019 (38) e 55% mais que em 2018 (27). Foram registradas também sete fusões e aquisições de healthtechs até outubro, o que representa um crescimento de 350% na comparação com o mesmo período de 2019.

Uma das startups que receberam investimentos em outubro foi a paulista Sami. Fundada em 2018, a healthtech anunciou ter fechado uma rodada de 86 milhões de reais liderada pelos fundos Valor Capital Group (Gympass, Loft) e Monashees (Rappi, 99). Com o capital, os sócios Vitor Asseituno e Guilherme Berardo estão lançando seu próprio plano de saúde voltado para pequenas empresas e autônomos.

“As inovações na área da saúde, sem dúvida, ganharam relevância e escala nos últimos meses e isto tem atraído a atenção dos investidores", afirma Tiago Ávila, líder do Distrito Dataminer.

Para o especialista, o fato de a saúde ser um setor extremamente regulamentado criava barreiras para a inovação, que foram revistas durante a pandemia. Os atendimentos médicos à distância, por exemplo, só foram liberados pelo Conselho Federal de Medicina quando começou a quarentena no Brasil. Rapidamente, as startups se adaptaram ao cenário. Em apenas nove dias, o Dr. Consulta colocou em funcionamento seu serviço de telemedicina.

As consultas à distância acabaram incentivando outro mercado em que as heatlhtechs atuam: o de receitas médicas digitais. A Memed, especializada em prescrições online, viu o número de farmácias que aceitam a forma de prescrição digital sair do zero para 30.000 em apenas três meses. “Oportunidades até então represadas, começam então a ganhar o mercado", afirma Ávila.