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Como o Nubank virou a 4º instituição financeira mais valiosa da AL em 7 anos

Menos de um ano após receber US$ 300 milhões, Nubank anunciou uma rodada série G de US$ 400 milhões, o que coloca o banco entre os top 5 mais valiosos da América Latina
Cristina Junqueira, Edward Wible e David Vélez, fundadores do Nubank: empresa foi criada em 2014 e se tornou popular pelo seu cartão de crédito sem anuidade (Divulgação/Divulgação)
Cristina Junqueira, Edward Wible e David Vélez, fundadores do Nubank: empresa foi criada em 2014 e se tornou popular pelo seu cartão de crédito sem anuidade (Divulgação/Divulgação)
Por Carolina IngizzaPublicado em 28/01/2021 13:15 | Última atualização em 28/01/2021 14:18Tempo de Leitura: 4 min de leitura

Menos de um ano depois de ter levantado 300 milhões de dólares, o Nubank voltou aos holofotes nesta quinta-feira, 28, ao anunciar uma nova rodada série G em que captou 400 milhões de dólares. O GIC, fundo soberano de Singapura, o investidor em tecnologia Whale Rock e a Invesco lideraram o investimento.

A rodada colocou a fintech num patamar de gigantes, segundo entrevista do seu fundador David Vélez. O banco digital foi avaliado em 25 bilhões de dólares, mais que o dobro na rodada do ano passado, ficando atrás apenas de Itaú, Bradesco, Santander e em linha com a XP na América Latina, de acordo com a capitalização de mercado da véspera.

A empresa chegou a essa avaliação em apenas sete anos de operação. O Nubank foi fundado em 2013 por Cristina Junqueira, egressa do Itaú; Edward Wible, que trabalhava na empresa de private equity Francisco Partners, e David Vélez, sócio da Sequoia Capital. Segundo Junqueira, o impulso para criar a fintech veio da própria insatisfação do trio enquanto clientes. “A gente olhava para o mercado brasileiro e falava: ‘Não é possível que a gente seja obrigado a pagar os maiores juros do mundo, as maiores tarifas do mundo e ter uma das piores experiências como cliente’”, disse a empresária na sua coluna na EXAME.

O primeiro produto da companhia foi o cartão de crédito sem anuidade, lançado em 2014. Na época, o plástico roxinho e o atendimento personalizado aos clientes chamaram a atenção do público jovem. Depois, em 2017, a companhia lançou sua conta digital para pessoas físicas, a NuConta.

Em 2018, quanto tinha pouco mais de 3 milhões de usuários, a companhia recebeu um aporte que a avaliou pela primeira vez acima de 1 bilhão de dólares, lhe garantindo o desejado título de unicórnio. Três anos depois, o valor de mercado já é 25 vezes maior e a empresa se consolida como o maior unicórnio brasileiro. Ao longo da sua história, o Nubank captou 1,2 bilhão de dólares em rodadas de investimento.

A pandemia deu um empurrãozinho para instituições financeiras com uso maciço de tecnologia – e pouca interação física – como o Nubank. Com a digitalização maior da economia e um boca a boca forte, a empresa passou de 12 milhões de clientes em 2019 para 34 milhões agora.

Hoje, a operação da companhia vai além do cartão de crédito. O Nubank tem programa de fidelidade, investimentos e empréstimo pessoal. No ano passado, após receber 300 milhões de dólares, a companhia aproveitou para comprar a operação da corretora Easynvest. Agora, Vélez disse que pretende lançar novos serviços, como cartões de crédito corporativo, e impulsionar o crédito pessoal. "2021 é o ano em que buscaremos o crescimento da base de clientes e a diversificação de produtos”, disse o fundador à agência Reuters.

E o Brasil não é mais o único mercado da fintech. Desde 2019, a companhia atua no México. Em 2020, foi a vez da expansão para a Colômbia, país de origem de Vélez. O aporte anunciado nesta quinta deve dar fôlego para a empresa ganhar tração pela América Latina. "Não é apenas no Brasil que as pessoas sofrem com serviços financeiros burocráticos. É uma dor compartilhada por todos os latino-americanos", disse Vélez em nota.

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