Walt Disney tem lucro de US$ 1,1 bi no 1º trimestre fiscal de 2022

Receita foi de US$ 21,819 bilhões, com avanço de 34% em comparação ao primeiro trimestre de 2021
 (Igor Golovniov/SOPA Images/LightRocket via Getty Images/Getty Images)
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Por Estadão ConteúdoPublicado em 09/02/2022 19:00 | Última atualização em 09/02/2022 19:07Tempo de Leitura: 2 min de leitura

A Walt Disney informou nesta quarta-feira, 9, lucro líquido de US$ 1,1 bilhão no primeiro trimestre fiscal de 2022. No mesmo período do ano anterior, o lucro havia sido de US$ 29 milhões. O resultado diluído por ação foi de US$ 0,63, aquém da expectativa de US$ 0,74 de analistas consultados pelo FactSet. Às 18h22, a ação da companhia avançava 9,19% no mercado after hours em Nova York. Os resultados do streaming da empresa estiveram entre os destaques apontados pela publicação.

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A receita, por sua vez, foi de US$ 21,819 bilhões, um avanço de 34% em comparação ao primeiro trimestre de 2021.

"Tivemos um início de ano muito forte, com um aumento significativo no lucro por ação, receita recorde e lucro operacional em nossos parques e resorts domésticos, o lançamento de uma nova franquia com Encanto e um aumento significativo no total de assinaturas em nosso portfólio de streaming para 196,4 milhões, incluindo 11,8 milhões de assinantes do Disney+ adicionados no primeiro trimestre fiscal", afirmou Bob Chapek, CEO da Disney.

A empresa aponta que os parques e experiências domésticas geralmente estão operando sem restrições obrigatórias de capacidade relacionadas à covid-19, como as que estavam em vigor no mesmo período no ano anterior. No entanto, "continuamos a gerenciar a capacidade e abordar as considerações sobre a pandemia em respeito à saúde e segurança dos convidados e do elenco", afirma a Walt Disney, que lembra que algumas das operações internacionais continuam sendo impactadas pela capacidade obrigatória máxima por conta da pandemia e restrições de viagem.

Tendo em vista os futuros resultados, a empresa aponta como algumas possíveis interferências: mudanças nas condições econômicas domésticas e globais; mudanças ou pressões de condições competitivas e preferências do consumidor; preocupações com a saúde e seu impacto em nossos negócios e produções; desenvolvimentos tecnológicos; mercados e atividades de trabalho; disponibilidade de conteúdo.

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