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Novo unicórnio: startup de biometria Unico recebe aporte de R$ 625 milhões

Ascensão da unico, conhecida anteriormente como Acesso Digital, ilustra a rápida expansão da demanda por biometria para usos tão distintos quanto abertura de contas e aulas remotas
 (Exame/Germano Lüders)
(Exame/Germano Lüders)
Por Da redação, com ReutersPublicado em 03/08/2021 09:22 | Última atualização em 03/08/2021 15:03Tempo de Leitura: 3 min de leitura

A empresa de biometria Unico anunciou nesta terça-feira, 3 de agosto, que recebeu um aporte de R$ 625 milhões em rodada liderada pelos fundos da General Atlantic e do SoftBank, o que a tornou o mais novo unicórnio brasileiro, como são chamadas as startups avaliadas em ao menos US$ 1 bilhão. O fundo brasileiro Big Bets e o investidor Micky Malka, sócio da Ribbit Capital, também participaram da rodada.

O anúncio, quase 11 meses após a unico ter recebido outra rodada de R$ 580 milhões também liderada pelo General Atlantic e pelo SoftBank, ilustra a rápida expansão da demanda por biometria para usos tão distintos quanto abertura de contas a aulas remotas, movimento acentuado pelas medidas de isolamento social.

Segundo o sócio do SoftBank Latin America Fund, Paulo Passoni, um serviço de identificação biométrica com elevado grau de assertividade como o da Unico é um negócio difícil de construir. "O ecossistema da Unico torna a empresa um celeiro de inovação dentro e fora do Brasil", disse Passoni.

Criada em 2007 e com sede em São Paulo, a Unico, antes conhecida como Acesso Digital, tem crescido impulsionada por empresas que também decolaram no meio online. Atualmente, a companhia tem cerca de 800 empresas clientes, incluindo Magazine Luiza, Pernambucanas, C6 Bank, Banco Original e B2W.

Com a disparada da demanda por identificação digital, a Unico também acelerou o passo com aquisições. Em 2020, comprou a startup gaúcha de análise de imagens Meerkat. Neste ano, adquiriu a Vianuvem e a CredDefense, especializadas em biometria para comércio de veículos. Isso também ajudou a triplicar seu quadro de funcionários para os cerca de 700.

Segundo Diego Martins, fundador e presidente da unico, os recursos do aporte serão usados para a companhia ampliar o desenvolvimento de tecnologia proprietária e para aquisições. "O novo investimento vai tornar nossa máquina de M&A (fusões e aquisições) mais consolidada", disse Martins à Reuters.

Em entrevista anterior ao EXAME IN, Guilherme Cervieri, vice-presidente de fusões e aquisições da Unico, disse que sua equipe está analisando pelo menos 30 empresas e, nos próximos meses, deve anunciar pelo menos duas ou três novas transações. Segundo o executivo, a Unico tem quatro principais objetivos com as aquisições: entrar em novos mercados ou em novas geografias, adquirir talentos especializados em tecnologia, trazer novos produtos para a plataforma ou capturar a base de clientes de um concorrente.

A nova rodada de investimentos também abre portas para a companhia estudar possibilidades de expansão internacional. Os sócios fundadores, Diego Martins e Paulo Alencastro, nunca esconderam que o seu desejo era criar uma empresa de tecnologia brasileira de porte global, capaz de dividir o cenário mundial com gigantes como Google, Facebook e Microsoft. A mudança da marca no ano passado para uma palavra curta e facilmente falada por falantes de língua inglesa e espanhola foi o primeiro passo nessa direção. Agora, com milhões em caixa, os planos podem começar a sair do papel.

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