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Siemens abandona negócios na Rússia por causa da guerra na Ucrânia

A companhia informa em comunicado que já começou a reduzir suas operações comerciais e todas as suas atividades de negócios industriais no país
 (Reuters/Arnd Wiegmann/File Photo)
(Reuters/Arnd Wiegmann/File Photo)
Por Estadão ConteúdoPublicado em 12/05/2022 16:00 | Última atualização em 12/05/2022 16:00Tempo de Leitura: 2 min de leitura

A Siemens anunciou nesta quinta-feira que deixará o mercado da Rússia, "como resultado da guerra na Ucrânia". A companhia informa em comunicado que já começou a reduzir suas operações comerciais e todas as suas atividades de negócios industriais no país, acrescentando que o impacto financeiro da decisão será reportado como parte de seu balanço regular do segundo trimestre.

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Após o começo da guerra, a Siemens já havia colocado novos negócios e entregas internacionais para Rússia e Belarus em "modo de espera", lembra a empresa.

Com sanções internacionais abrangentes e as medidas retaliatórias já em vigor e potenciais, há um impacto nas atividades da empresa, em particular no serviço ferroviário e de manutenção, aponta.

O executivo-chefe da Siemens, Roland Busch, condena a guerra no comunicado. Segundo ele, a decisão de sair do país não é fácil, por relações duradouras com funcionários e clientes, "em um mercado no qual temos estado ativos há quase 170 anos".

A Siemens diz que pretende realizar um processo ordenado de redução das atividades no país, em linha com as exigências regulatórias e as sanções internacionais em vigor.

(Estadão Conteúdo)

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