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O segredo dos bancos para garantir a segurança sem deixar UX de lado

Criadas com base nas necessidades das instituições financeiras, soluções para a digitalização de serviços garantem segurança e previnem fraudes sem criar atritos na jornada do usuário
Fraudes de identidade: delitos em que o criminoso usa informações se passando pela vítima cresceram 80% em 2021 (Getty Images/Chonlachai Panprommas/EyeEm)
Fraudes de identidade: delitos em que o criminoso usa informações se passando pela vítima cresceram 80% em 2021 (Getty Images/Chonlachai Panprommas/EyeEm)
Por exame.solutionsPublicado em 11/05/2022 10:00 | Última atualização em 11/05/2022 11:36Tempo de Leitura: 4 min de leitura

Só enquanto você clicou no link desta reportagem e começou a ler, pelo menos um brasileiro sofreu uma tentativa de golpe. É o que diz um levantamento recente, segundo o qual 326.290 brasileiros foram alvos desse tipo de crime apenas em fevereiro deste ano. O número equivale a uma tentativa de golpe a cada 7 segundos, e é 4,9% maior do que o registrado no mesmo período do ano anterior.

O problema, infelizmente, não se restringe apenas ao Brasil. Em todo o mundo, os prejuízos relacionados a fraudes de identidade – quando o criminoso usa informações legítimas se passando pela vítima – cresceram 80% em 2021, chegando a inacreditáveis US$ 24 bilhões.

Segundo especialistas, essa escalada se explica principalmente pela digitalização em massa dos usuários, que com a pandemia foram forçados a “se aventurar” no mundo digital – muitos deles sem a atenção ou experiência para, por exemplo, frustrar os esquemas de engenharia social criados pelos criminosos.

Mas o ambiente digital não precisa ser uma “aventura” para os usuários, sejam eles novatos ou veteranos. Ao mesmo tempo, os procedimentos de segurança, ainda que essenciais, não podem ser uma fonte de atrito na experiência do usuário, que deve seguir sendo a mais fluida possível.

Em meio a esse dilema, empresas dos mais diversos segmentos têm aumentado significativamente seus investimentos em cibersegurança. Ao todo, 83% das companhias brasileiras têm esse plano para 2022, segundo estudo da PwC, para garantir a identidade e a segurança dos clientes sem afetar sua experiência com o serviço.

Soluções customizadas para que bancos e financeiras atuem com segurança no digital

Atendendo nove dos dez maiores bancos do Brasil, a IDtech CertiSign desponta como o principal player desse mercado. Há três anos, a empresa passou a se posicionar como uma provedora de soluções de segurança customizadas para cada tipo de empresa, sempre pensando nas necessidades de quem está na ponta – em geral, não só os clientes finais do mercado financeiro mas também de outros segmentos, como saúde, educação, comércio varejista, agronegócio, telecom, entre outros.

“Partindo desse novo posicionamento, que zela pela segurança sem esquecer da eficiência operacional e da fluidez da jornada do usuário, alcançamos um crescimento de mais de 50% dentro do mercado financeiro, que já enxerga os ganhos com o nosso serviço”, explica Marcelo Schunck, diretor de negócios corporativos da CertiSign.

Disponíveis no mercado como um serviço (SAAS, na sigla em inglês), as soluções customizadas da CertiSign digitalizam e adicionam segurança em toda a jornada do usuário, do onboarding à assinatura do contrato, garantindo que quem está do outro lado é realmente o seu cliente, e não alguém mal-intencionado.

Para isso, são coletadas imagens dos clientes e de seus documentos, que são checados e rechecados em diferentes bases de dados públicas e privadas. Com o laudo dessas verificações emitido de maneira quase instantânea, as instituições têm um respaldo confiável para liberar ou não o serviço ao seu cliente final.

“Com essas soluções personalizadas e que funcionam de maneira quase instantânea, independentemente da criticidade da transação, as instituições têm conseguido se proteger das fraudes sem que isso se torne um fardo para o cliente. Para ele, todo esse procedimento se resume a uma selfie, que pode até ser usada como assinatura do contrato”, explica Schunck. “Tudo isso, é claro, respeitando integralmente a Lei Geral de Proteção de Dados.”

Com a digitalização acelerada, Schunck reconhece que a concorrência no mercado de IDtechs cresce a cada dia, mas que isso serve de combustível para uma inovação contínua. “A história da CertiSign é marcada por protagonismo em um mercado competitivo, e isso sempre exigiu muita energia e motivação”. O executivo finaliza apontando que os quase 26 anos de experiência em segurança digital e a capacidade de digitalizar com segurança qualquer processo de ponta a ponta e sem prejudicar a experiência do usuário são os grandes diferenciais da CertiSign.

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