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LAFIS: Governo cria agência de turismo e anima empresas do setor

SÃO PAULO, 18 de dezembro de 2019 /PRNewswire/ -- No final de novembro deste ano, o Governo Federal editou uma Medida Provisória para a criação da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, substituindo o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). A medida mantém a sigla usada anteriormente e passa a ser enquadrada como serviço social autônomo.

Dentre as principais alterações está a ampliação das ações competentes ao novo órgão para a promoção comercial de produtos, serviços e destinos turísticos brasileiros no exterior. Além disso, a agência passará a receber recursos provenientes de contribuições feitas às organizações do sistema S: anteriormente, 85,75% dos recursos eram destinados ao Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); com a nova MP, 70% dos recursos serão repassados ao Sebrae e 15,75% à Embratur. O restante vai para a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex, 12,25%) e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI, 2%). Com isso, o orçamento da Embratur passará dos atuais US$ 8 milhões para US$ 120 milhões.

Desta forma, a iniciativa foi bem recebida pelas empresas do setor de turismo nacional, que já esperam um crescimento dos investimentos, impulsionando o número de turistas que visitam o país, que cresce há um ritmo lento nos últimos cinco anos. Dentre os principais investimentos, estão: i) infraestrutura pública, e qualidade das instalações e dos serviços; ii) inovação como condição de competitividade; iii) capacitação educacional e de habilidades técnicas; v) aprimorar os transportes aéreo, rodoviário, ferroviário e náutico; vi) adotar práticas de digitalização nas áreas de gestão, planejamento e marketing; entre outras (CNC, 2018).

Especialista Responsável: Fernanda Rodrigues.  

Mestre em Economia Aplicada, pela Universidade Federal de São Carlos, atua como Especialista Setorial em Serviços ao Consumidor, canalizando esforços para o desenvolvimento e processamento de pesquisas quantitativas/qualitativas relacionadas aos mais variados tipos de serviços - comércio varejista geral, bancos, sistemas de saúde, e-business, entre outros.

Mais Informações:

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FONTE Lafis