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Qualificação pode mudar o mercado de trabalho no país

Profissionais preparados são essenciais em tempos de crise e, para treiná-los, organizações já contam com crédito educacional corporativo

Como anda o Brasil no ranking mundial de qualificação da mão de obra? Nada bem. A última edição do estudo, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, coloca o país na 78ª posição entre as 124 nações analisadas. O levantamento avalia o desempenho do país em educação, distribuição da mão de obra, mercado de trabalho, percepção de negócios e capacidade de treinamento das empresas. Na América Latina, o Brasil ocupa o 15º lugar no ranking, atrás de países como Chile, Uruguai e Argentina.

O gargalo de qualificação profissional já afeta organizações de todas as áreas e de todos os portes, e isso se refletiu no estudo. No item que analisa a dificuldade que as empresas enfrentam para encontrar profissionais qualificados, o Brasil está entre os 20 piores do mundo. Mas em tempos de crise, como agora, colaboradores preparados são essenciais para o desafio de otimizar resultados e fazer mais com menos. O investimento em capacitação torna-se uma necessidade estratégica.

"O mercado diminui, mas as oportunidades não. A empresa que estiver preparada vai sair na frente", afirma Daniela Mendez, country manager da IE Business School no Brasil, instituição internacional voltada para a educação de líderes na área de negócios. Equipes bem preparadas fazem a diferença por serem capazes de gerar soluções e consolidar as inovações propostas, além de ajudar a encontrar novas oportunidades e a revisar antigos modelos de negócio.

"Vai vencer na crise a empresa que tem gente melhor. E gente melhor não aparece do nada. É preciso tanto saber contratar bons profissionais quanto preparar aqueles que já estão dentro de casa", afirma Yuri Trafane, sócio da Ynner Treinamentos, empresa de educação e consultoria nas áreas de gestão estratégica, vendas e marketing.

A educação engaja o público interno e estimula a potencialidade do time, gerando resultados que impactam diretamente o capital intelectual do negócio. "Empresas que são reconhecidas por treinar atraem os melhores”, afirma Trafane. “O funcionário entende que o crescimento profissional tem valor financeiro e quer ir para uma empresa que faça isso por ele."

Mas como investir de forma estruturada em programas de treinamento em tempos difíceis para as organizações e para os profissionais? Um caminho pode ser a simplificação de todo o processo de treinamento com o auxílio de entidades como a Fundacred, instituição com 43 anos de experiência em gestão de crédito educacional.

A Fundacred está lançando o CredCORP – Crédito Educacional Corporativo, um serviço que se propõe a administrar a relação entre organizações, funcionários e instituições de ensino. Além da negociação com os Prestadores de Serviços Educacionais (PSE), atuará como um hub, unindo os três elementos fundamentais do processo, permitindo que as empresas e seus colaboradores possam investir juntos em qualificação e no aperfeiçoamento profissional.

A Fundacred elimina todo o processo burocrático, operacionaliza a gestão dos contratos e o fluxo financeiro durante a utilização do CredCORP. A empresa pode firmar parcerias com escolas e programas de capacitação cujo conteúdo esteja diretamente vinculado aos objetivos estratégicos do seu negócio. Os critérios de oferta, manutenção e ressarcimento são totalmente customizáveis. É possível para as corporações financiar parte do curso ou pagá-lo integralmente.

Quando há cofinanciamento, o CredCORP inclui um sistema de recuperação de créditos que minimiza a inadimplência por parte dos alunos. Na sua implementação são constituídos convênios com as organizações para que seus colaboradores possam ingressar na relação contratual, sempre em parceria com os Prestadores de Serviços Educacionais.

Esse formato gera garantias contratuais que estabelecem critérios claros sobre os valores e as condições para o seu ressarcimento. A restituição, por parte do funcionário, normalmente se inicia no mês seguinte ao término do curso e, por padrão, dura o mesmo período contratado. Assim, dois anos de crédito são iguais a dois anos de ressarcimento à organização, com parcelas mensais.

Caso haja quebra do acordo estabelecido no contrato, a Fundacred conta com operações jurídicas e de cobrança próprias. Suas equipes treinadas têm experiência não só em renegociar a recuperação dos valores, acionando, por exemplo, fiadores para a regularização das pendências, como também em dar condições ao funcionário de retomar seus estudos, com a possibilidade de migração para outro serviço da fundação, o crédito educacional CredIES.

Os resultados de um bom programa de treinamento, como os ofertados pelo CredCORP, podem ser traduzidos em fidelização do colaborador e redução do turnover. "Ainda há muito a ser feito em educação corporativa no Brasil. Isso vai acontecer aos poucos e será bom para o mercado como um todo", diz Daniela Mendez, da IE Business School. E, assim, quem sabe nos próximos anos o Brasil apareça em melhor posição no ranking de qualificação da mão de obra.

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