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Presidente da Transpetro, Cristiane de Marsillac renuncia ao cargo

No lugar, quem assumiu a presidência da Transpetro foi o diretor financeiro da empresa, Gustavo Santos Raposo

Transpetro: companhia é uma subsidiária da Petrobras no óleo e gás (Germano Lüders/Exame)

Transpetro: companhia é uma subsidiária da Petrobras no óleo e gás (Germano Lüders/Exame)

AB

Agência Brasil

Publicado em 22 de agosto de 2020 às 08h51.

Última atualização em 22 de agosto de 2020 às 08h52.

Cristiane Elia de Marsillac renunciou ao cargo de presidente da Transpetro (Petrobras Transporte S.A), onde era também conselheira, por questões pessoais. O diretor financeiro da empresa, Gustavo Santos Raposo, assumiu a presidência. 

Em nota, a Petrobras e o Conselho de Administração da Transpetro agradeceram a dedicação de Cristiane e os avanços e reestruturações realizadas em sua administração. A companhia é uma subsidiária da Petrobras e atua na área de transporte e logística de combustíveis, abrangendo importação e exportação de petróleo e derivados, gás e etanol.

O que é e o que faz a Transpetro

A  empresa  atua de forma global e opera de forma integrada 14 mil quilômetros de oleodutos e gasodutos, 47 terminais estrategicamente localizados e mais de 50 navios. Armazena e transporta petróleo e seus derivados, etanol, gás e biocombustíveis, incluindo as atividades de importação e exportação.

A companhia interliga as diversas regiões produtoras de petróleo, refinarias, terminais e bases de distribuição e efetua serviço de transporte e logística para diversas distribuidoras e para a indústria petroquímica.

Criada em 12 de junho de 1998, a Transpetro está hoje estruturada em duas áreas de negócios: dutos e terminais e transporte marítimo. No exterior, atua por intermédio da Transpetro International BV (TI BV).

A empresa armazena e transporta petróleo e derivados, biocombustíveis e gás natural aos pontos mais remotos do Brasil. São bilhões de litros de combustíveis que passam anualmente por uma rede de 7.719 km de oleodutos, 7.155 km de gasodutos, 20 terminais terrestres, 27 terminais aquaviários e uma frota com 57 navios petroleiros.

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