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Planos de infraestrutura da China devem puxar demanda por metais

A China pediu a governos locais que acelerem as vendas de títulos para aliviar as pressões sobre o crescimento

Os preços das commodities industriais na China devem ser favorecidos no início do novo ano pelas típicas políticas do governo de Pequim para apoiar a economia em desaceleração, como a promessa de mais investimentos em infraestrutura.

A expectativa é de demanda maior da China por metais como aço, cobre e alumínio depois que o maior consumidor de commodities do mundo pediu a governos locais que acelerem as vendas de títulos para aliviar as pressões sobre o crescimento. A mídia chinesa também indica que a politica fiscal terá mais peso no apoio à economia em 2022.

Os títulos especiais são normalmente usados para financiar obras públicas. Isso ajudaria a impulsionar os preços nos mercados de ferrosos em particular, que têm recuado devido aos controles da China sobre o setor imobiliário altamente endividado.

Ainda assim, levará tempo para que novos projetos sejam implementados, e o governo chinês provavelmente usará os gastos com infraestrutura para sustentar o crescimento, em vez de arriscar acelerar a inflação. No mês passado, os preços aos produtores subiram no ritmo mais rápido em 26 anos.

Sinais de que a China está aliviando as restrições ao mercado imobiliário ajudaram os mercados nos últimos dias. Ações de incorporadoras chinesas avançaram na quinta-feira em reação a medidas implementadas pela cidade de Chengdu para apoiar o setor, e analistas esperam que mais municípios façam o mesmo.

Os futuros de metais básicos chineses também subiram. O minério de ferro recuou, embora o contrato em Dalian ainda mostre alta de 14% esta semana, tendo perdido mais da metade do valor desde julho. O carvão coqueificável, usado em altos-fornos, avançou 16% esta semana, enquanto os contratos do vergalhão de aço ganharam cerca de 4%.

A oferta de aço foi reduzida a tal ponto nos últimos meses que deve haver espaço para usinas aumentarem a produção para atender à nova demanda e, ao mesmo tempo, cumprirem a ordem do governo de manter o volume abaixo dos níveis do ano passado. Além disso, a produção em novembro continua em queda, de acordo com o levantamento mais recente da China Iron & Steel Association.

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