Petrobras obtém autorização para mudar nome do campo de Lula no pré-sal

O ativo é o mais produtivo do Brasil e responde por mais de um terço da produção de petróleo do país

A Petrobras obteve autorização da Justiça e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para mudar o nome do campo de Lula, no pré-sal, hoje o mais produtivo do país.

Em 2015, a petroleira entrou com o pedido na Justiça alegando que o batismo teria cunho “político”, já que a maioria dos campos no pré-sal é batizada com nomes relacionados a moluscos, como Atapu, Sapinhoá, Sépia e Sururu. A escolha teria sido uma homenagem ao ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em junho, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) informou que, como a estatal não recorreu, sua decisão pela mudança do nome foi definitiva. A ANP também autorizou a mudança. O nome do campo agora deve ser Tupi.

O campo de Lula é o mais produtivo do país e responde por mais de um terço da produção no Brasil, com média de quase um milhão de barris por dia (bpd). Foi descoberto em 2006 e é visto no mercado como uma das “joias da coroa” da Petrobras e é amplamente conhecido internacionalmente.

Você já leu todo conteúdo gratuito deste mês.

Assine e tenha o melhor conteúdo do seu dia, talvez o único que você precise.

Já é assinante? Entre aqui.

Deseja assinar e ter acesso ilimitado?

exame digital

R$ 15,90/mês

  • Acesse onde e quando quiser.

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

exame digital + impressa

R$ 44,90/mês

  • Acesse onde e quando quiser

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

  • Edição impressa quinzenal.

  • Frete grátis
Apoie a Exame, por favor desabilite seu Adblock.