(Divulgação/Thinkstock)
Redatora
Publicado em 13 de janeiro de 2026 às 16h31.
A imagem do jovem brilhante que abandona a faculdade para fundar a próxima startup bilionária é tão sedutora quanto imprecisa. Para cada história de sucesso que circula nas manchetes, há centenas (ou milhares) de fundadores que largaram os estudos e viram suas ideias não decolarem.
E, segundo o empreendedor Joe Procopio, fundador de múltiplas startups, estamos superestimando o peso desse gesto na trajetória de quem realmente constrói negócios relevantes.
Procopio faz um alerta direto de que abandonar a faculdade não aumenta suas chances reais de sucesso no mundo das startups. As informações foram retiradas de Inc.
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Segundo dados citados pelo próprio autor e por estudos como os da Harvard Business Review, apenas 4% dos fundadores que largam a faculdade têm sucesso com startups, enquanto 62% dos fundadores de unicórnios possuem pós-graduação. Ou seja, o sucesso de exceções como Zuckerberg, Gates ou Steve Jobs não representa a realidade da maioria.
Procopio questiona o rótulo de “credencial cobiçada” dado ao fato de ser um “abandono da faculdade”. Segundo ele, o verdadeiro diferencial não está no abandono, mas no acesso prévio às universidades de elite (Harvard, MIT, Georgetown), que oferecem redes de contato, capital social e oportunidades que poucos têm, e isso sim abre portas, mesmo que o diploma nunca seja finalizado.
Para Procopio, o que faz diferença não é ter (ou não) um diploma, e sim seguir aprendendo. Ele próprio largou a faculdade técnica, mas voltou depois para uma universidade pública, já com a mentalidade de buscar conhecimento útil para seus objetivos.
“Eu decidi que não precisava da faculdade, mas ainda precisava da educação”, ele resume.
Não é sobre escolher entre faculdade ou empreendedorismo, e sim sobre continuar aprendendo, testando, conectando ideias e crescendo.
O autor reconhece que a universidade pode ser uma bolha. Mas é também um ambiente controlado onde se pode errar com menos risco, construir redes, ter acesso a conhecimento estruturado e experimentar ideias.
Ele defende que, mesmo em instituições públicas e com menor custo, as oportunidades são valiosas, especialmente para quem ainda está explorando seus caminhos.
Além disso, as conexões feitas durante a graduação continuam sendo um ativo poderoso. Em mercados como o de tecnologia, muitas startups começam a partir de ideias, parcerias e experiências vividas na universidade, como foi o caso de empresas como Google e Facebook.
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Outro argumento forte do autor é que o mundo das startups tem camadas que vão muito além da vontade de fazer diferente. Há métricas, processos, captação, gestão, adaptação constante. “Dropoutismo” — como ele chama o mito do abandono bem-sucedido — pode vender bem em manchete, mas é um caminho de alto risco, especialmente para quem não tem rede, capital ou experiência.
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