• AALR3 R$ 19,61 -0.71
  • AAPL34 R$ 73,20 -0.49
  • ABCB4 R$ 16,90 2.55
  • ABEV3 R$ 14,83 0.95
  • AERI3 R$ 4,00 -8.68
  • AESB3 R$ 10,86 1.21
  • AGRO3 R$ 31,68 0.22
  • ALPA4 R$ 21,18 -2.35
  • ALSO3 R$ 20,03 0.81
  • ALUP11 R$ 26,46 1.03
  • AMAR3 R$ 2,40 0.84
  • AMBP3 R$ 30,38 2.53
  • AMER3 R$ 23,36 -1.27
  • AMZO34 R$ 70,70 -1.16
  • ANIM3 R$ 5,75 3.60
  • ARZZ3 R$ 82,61 -0.19
  • ASAI3 R$ 15,64 1.76
  • AZUL4 R$ 22,13 4.09
  • B3SA3 R$ 11,87 1.89
  • BBAS3 R$ 36,25 2.34
  • AALR3 R$ 19,61 -0.71
  • AAPL34 R$ 73,20 -0.49
  • ABCB4 R$ 16,90 2.55
  • ABEV3 R$ 14,83 0.95
  • AERI3 R$ 4,00 -8.68
  • AESB3 R$ 10,86 1.21
  • AGRO3 R$ 31,68 0.22
  • ALPA4 R$ 21,18 -2.35
  • ALSO3 R$ 20,03 0.81
  • ALUP11 R$ 26,46 1.03
  • AMAR3 R$ 2,40 0.84
  • AMBP3 R$ 30,38 2.53
  • AMER3 R$ 23,36 -1.27
  • AMZO34 R$ 70,70 -1.16
  • ANIM3 R$ 5,75 3.60
  • ARZZ3 R$ 82,61 -0.19
  • ASAI3 R$ 15,64 1.76
  • AZUL4 R$ 22,13 4.09
  • B3SA3 R$ 11,87 1.89
  • BBAS3 R$ 36,25 2.34
Abra sua conta no BTG

O plano da Coca-Cola para reduzir o impacto de suas embalagens

Plano global da empresa inclui coletar 100% das embalagens que coloca no mercado até 2030
 (Divulgação/Coca-Cola Brasil)
(Divulgação/Coca-Cola Brasil)
Por Vanessa BarbosaPublicado em 19/01/2018 15:56 | Última atualização em 19/01/2018 15:59Tempo de Leitura: 3 min de leitura

São Paulo - Já parou para pensar em quantas garrafinhas de bebidas você compra, esvazia e descarta no seu dia a dia? Em um país como o Brasil, que não coleta nem metade do lixo que produz, embalagens aparentemente inofensivas vão parar onde não devem: em lixões a céu aberto, descartadas em algum canteiro na rua, nas praias, rios e lagos do país, gerando uma carga indigesta para o meio ambiente.

Se nós, enquanto consumidores e cidadãos, podemos e devemos rever nossos hábitos, imagina então o potencial que as empresas do setor de bebidas pode ter para reverter esse ciclo nocivo. Atenta ao seu (imenso) papel nesse mercado, a Coca-Cola anunciou hoje um compromisso global para reduzir o impacto de suas embalagens no meio ambiente e tornar suas operações mais sustentáveis.

A meta é coletar e reciclar o equivalente a 100% de suas embalagens até 2030. Na prática, a cada garrafa ou lata que a empresa vender, em escala global, uma outra deverá ser "regatada" e ganhar vida nova. “O mundo tem um problema de embalagem e, como todas as empresas, nós temos a responsabilidade de ajudar a resolver isso”, disse James Quincey, presidente e CEO da Coca-Cola, em comunicado.

Aqui no Brasil, a empresa diz que já garante a destinação correta para 51% das embalagens produzidas e trabalha para chegar a 66% até 2020. Em 2016, esse percentual era de 36%.

Esse avanço reflete um investimento de R$ 1,6 bilhão, previsto para cinco anos (2016-2020) e aplicável em outras duas frentes: design das embalagens e parceria. Do total R$ 1,2 bilhão representa o investimento de hoje até 2020.

Na frente do design, atualmente, as garrafas de plástico pesam 20% menos do que as produzidas há 10 anos e são 100% reaproveitáveis, ou seja, podem voltar ao ciclo industrial.

Buscando mais eficiência no consumo de matéria-prima, a Coca-Cola Brasil aumentou também o uso de material reciclado nas embalagens.

Segundo a empresa, mais de 60% da composição de novas latas de alumínio e de garrafas de vidro é proveniente de embalagens recicladas. Juntas, representam 31% do volume de material colocado no mercado, anualmente. E 35% das embalagens PET também já são compostas por resina reciclada.

A empresa, que apoia mais de 200 cooperativas de reciclagem em todo o país, ressalta a importância de trabalhar em conjunto com comunidades locais, parceiros da indústria, clientes e consumidores para enfrentar o problema.

"Temos certeza que não podemos fazer nada sozinho", diz à EXAME.com Andreia Mota, diretora de sustentabilidade da Coca-Cola Brasil. "Dentro do grupo das industrias de bebidas, a Coca-Cola, enquanto liderança, tem um papel de puxar essa agenda, é uma prestação de conta à sociedade. Sabemos que nosso compromisso pode impactar outros atores da cadeia como um todo. Daí a importância do diálogo trans-setorial, investimento em tecnologia e ações governamentais andarem de mãos dadas", afirma.