Mas já? Musk perde título de "mais rico do mundo" para Bezos

CEO da Tesla teve perdas de mais de R$ 4 bilhões com queda de ações; Musk permaneceu na liderança por pouco mais de um mês

Pouco mais de um mês após ter ultrapassado Jeff Bezos como o homem mais rico do mundo, Elon Musk perdeu o posto de "número um" para o fundador da Amazon. Nesta quarta-feira, as ações da Tesla caíram 2,4% na bolsa de valores Nasdaq-- e, apesar do percentual parecer irrisório, custou US$ 4,6 bilhões da fortuna de seu CEO, segundo a Bloomberg.

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Com isso, a fortuna de Musk passa a ser de aproximadamente US$ 180 bilhões, enquanto o campeão, Jeff Bezos, reassume a liderança com US$ 191,2 bilhões. Antes de ser ultrapassado pelo fundador da SpaceX, o ex-CEO da Amazon havia ocupado o primeiro lugar por aproximadamente três anos (2017 a 2020), graças ao bom desempenho da companhia.

Mesmo em segundo lugar no ranking, Musk tem uma trajetória notável. No início de 2020, o patrimônio do CEO da Tesla era de pouco mais de US$ 31 bilhões, segundo a Bloomberg. Grande parte desse sucesso está atrelado à montadora, que vendeu mais de 499 mil veículos elétricos no ano passado. Além disso, o executivo tem se destacado por provocar movimentos intensos no mercado financeiro, especialmente no caso recente do short-squeeze da GameStop.

Ou seja, a retomada do título por Bezos não significa o fim da disputa entre ambos. O jogo pode virar a partir da valorização da SpaceX, por exemplo: vale lembrar que a companhia fechou uma rodada de financiamento de US$ 850 milhões na semana passada.

Enquanto isso, Bezos retoma o título em um período conturbado, em que deixa de ser CEO da Amazon, passando o cargo para Andy Jassy (que, até então, ocupava o cargo de diretor-executivo na AWS). Em sua carta de saída, Bezos afirmou que permanece como presidente do conselho da companhia e que, agora, deve se dedicar a outras de suas paixões, como a empresa de exploração espacial Blue Origin e o The Washington Post.

Experiência para fazê-las crescer, o executivo tem de sobra. Transformar a Amazon de uma empresa que vendia livros para uma companhia avaliada em mais de US$ 1,6 trilhão continua sendo um feito para poucos. Resta saber qual será o próximo sucesso, daqui para frente.

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