Loft amplia atuação no Rio e inclui dois novos bairros em seu portfólio

Startup agora conta com São Conrado e Barra em seu portfólio. Recentes aportes são usados para fortalecer área de tecnologia

Depois de receber dois aportes que, somados, atingem US$ 525 milhões, a Loft, start-up que trabalha com a compra, reforma e venda de imóveis, está acelerando seu projeto de expansão no mercado imobiliário carioca.

Fundada em 2018 em São Paulo, a empresa opera há um ano no Rio e agora amplia sua atuação para dois bairros estratégicos: São Conrado, concluindo o objetivo de cobrir toda a Zona Sul, e Barra da Tijuca, fincando os pés na Zona Oeste.

— Havia uma demanda imobiliária reprimida na Zona Sul, e São Conrado fecha esse ciclo. A Zona Oeste possui a mesma característica e, portanto, um grande potencial de vendas — diz Bruno Raposo, diretor-geral de operações da Loft.

Para tornar a procura por imóveis mais ágil, clientes poderão fazer pesquisas específicas no Jardim Oceânico, região de alta procura na Barra.

Até agora, mais de 200 apartamentos estão à venda nas duas localidades. A meta, segundo a companhia, é, até o fim do ano, triplicar a oferta de imóveis nas regiões.

Para isso, a empresa revela estar usando parte dos recursos obtidos na rodada de investimentos para fortalecer a área de tecnologia.

O objetivo, explica o executivo, é trazer a experiência de compra e venda de imóveis para a “era do e-commerce”. Na prática, um dos intuitos é melhorar a experiência de compradores, vendedores e corretores na transação e no financiamento imobiliário.

— É mais velocidade para o vendedor no fechamento do negócio e para o comprador na identificação do apartamento, diz Raposo, que prevê a abertura de pelo menos cem vagas na área tech da empresa. — O mercado imobiliário passa por um grande boom de tecnologia, que não vai parar tão cedo.

Outras capitais

Nos planos da start-up está anda a expansão dos negócios para outras regiões do país. A expectativa é quintuplicar o portfólio até o fim do ano:

— Vamos comprar mais apartamentos em São Paulo, Rio e, em breve, em outras capitais. Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte e Curitiba estão entre os locais em estudo. No momento apropriado, os nossos próximos movimentos serão anunciados.

Depois de conquistar espaço entre as dez proptechs (como são chamadas as start-ups do mercado imobiliário que usam inteligência artificial) mais valiosas em termos globais, com valor de mercado de US$ 2,9 bilhões, a Loft não descarta lançar ações na Bolsa:

— Queremos que os investidores estejam ao nosso lado durante essa jornada para transformar o mercado imobiliário, quem sabe até numa possível abertura de capital — afirma Raposo.

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