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Light Energia terá aporte de R$ 35 milhões do BNDES

. O montante deve ser utilizado para substituir equipamentos e materiais obsoletos, a fim de aumentar a eficiência da empresa em geração

Estação de distribuição elétrica da Light: Eduardo Paes quer auditoria sobre explosão (Junius/Wikimedia Commons)

Estação de distribuição elétrica da Light: Eduardo Paes quer auditoria sobre explosão (Junius/Wikimedia Commons)

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Da Redação

Publicado em 27 de março de 2012 às 17h53.

Rio - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 35,5 milhões para a Light Energia S.A. O montante deve ser utilizado para substituir equipamentos e materiais obsoletos, a fim de aumentar a eficiência da empresa em geração, criando ganhos de 8 MW médios ou 70 GWh/ano, sem a necessidade de ampliação do parque, informou o banco em comunicado.

Os recursos do BNDES são provenientes da linha Proesco, de apoio a projetos de eficiência energética, e correspondem a 74,6% do investimento total. Uma das melhorias será a substituição dos rotores das bombas das usinas elevatórias, em operação há mais de 55 anos. A substituição dos rotores, além de elevar a confiabilidade dos equipamentos, deverá acrescentar até 6,67 MW médios, graças à redução de consumo de energia nas bombas.

Outra medida é a substituição dos transformadores das hidrelétricas Nilo Peçanha e Fontes Nova, que reduzirá perdas técnicas, proporcionando ganho de até 1,1 MW médio. O projeto, que gerará cerca de 200 empregos diretos e 440 indiretos, prevê ainda a aquisição e modernização de equipamentos, materiais e sistemas, automação parcial das usinas e modernização do Centro de Operação do Complexo de Lajes.

O parque gerador da empresa possui duas usinas elevatórias (Vigário e Santa Cecília) e cinco usinas hidrelétricas, com capacidade instalada total de 855 MW: Fontes Nova (132 MW), Nilo Peçanha (380 MW) e Pereira Passos (100 MW), que formam o Complexo de Lajes, em Piraí (RJ); Ilha dos Pombos (187 MW), em Carmo (RJ), na divisa com Além Paraíba (MG); e Santa Branca (56 MW), no município paulista homônimo.

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