Iguatemi tem lucro líquido de R$ 49,8 milhões no 4º trimestre

O avanço dos resultados da Iguatemi foi impulsionado pela maturação dos shopping centers mais novos e pelas expansões das unidades

São Paulo - A Iguatemi encerrou o quarto trimestre de 2016 com lucro líquido de R$ 49,8 milhões, montante 18% acima do registrado no mesmo intervalo do ano passado, de acordo com balanço publicado nesta terça-feira, 21, pela empresa especializada no desenvolvimento e na administração de shopping centers.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 142,7 milhões, baixa de 0,9% na comparação entre os mesmos períodos. A margem Ebitda foi de 77,7%.

O FFO (lucro líquido mais despesas com depreciação e amortização) alcançou R$ 76,3 milhões, crescimento de 9,8%.

A receita líquida totalizou R$ 183,8 milhões, expansão de 6,9%.

O avanço dos resultados da Iguatemi foi impulsionado pela maturação dos shopping centers mais novos e pelas expansões das unidades, somado à atualização no mix de lojistas e ao adensamento do entorno dos empreendimentos.

A companhia também teve um impacto menor de inadimplência e concessão de descontos para os lojistas, dado o movimento mais robusto nos shoppings no fim do ano.

Outro fator positivo foi a continuidade no movimento de redução de despesas operacionais. Vale lembrar ainda que o faturamento contou com o acréscimo dos resultados oriundos da compra de participação no Pátio Higienópolis, no meio do último ano.

Resultados anuais

No acumulado de 2016, a Iguatemi teve lucro líquido de R$ 164,1 milhões, queda de 15% em relação a 2015. O Ebitda no ano somou R$ 521 milhões, aumento de 3,5%.

A margem Ebitda atingiu 78% no ano, patamar acima da meta estabelecida para o período, na faixa de 73% a 77%.

O FFO em 2016 bateu em R$ 272,5 milhões, retração de 8,1%. A receita líquida totalizou R$ 668,1 milhões no ano passado, crescimento de 5,0% em relação a 2015, atingindo o piso da meta estipulado para o ano.

Novas metas

A Iguatemi também apresentou hoje suas metas para 2017. A companhia planeja expandir a receita líquida em torno de 2% a 7% neste ano. A margem Ebitda prevista é igual à do ano anterior, entre 73% e 77%.

Já os investimentos (capex) foram estipulados em um patamar de R$ 80 milhões a R$ 130 milhões, focados principalmente na manutenção dos shoppings centers já em operação e nas obras dos outlets.

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