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Evento de inovação no "Vale da Eletrônica", em Minas Gerais, deve movimentar R$ 30 milhões na região

HackTown começa nesta quinta, 17, em Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais, e deve receber mais de 30 mil pessoas

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Nos quatro dias de programação, o evento conta com mais de 800 atividades entre painéis, palestras e workshops (HackTown/Divulgação)

Nos quatro dias de programação, o evento conta com mais de 800 atividades entre painéis, palestras e workshops (HackTown/Divulgação)

Em tempos de grandes festivais internacionais de inovação desembarcando no país como o Web Summit, o brasileiro HackTown quer mostrar o seu poder de atrair milhares de profissionais para discutir tendências, cultura e entretenimento. Entre esta quinta, 17, e o próximo domingo, 20, a sétima edição do festival conta com mais de 800 painéis e deve receber mais de 30 mil pessoas. 

O evento foi criado em 2016 e acontece na cidade mineira de Santa Rita do Sapucaí, conhecida como “Vale da Eletrônica”, por reunir diversos centros de educação em tecnologia e incubadoras. De acordo com dados do município, a cidade conta com mais de 150 empresas, entre 50 startups, que movimentam mais de 3,2 bilhões de reais anualmente. 

Nos quatro dias do encontro, a pequena cidade de pouco mais de 40 mil habitantes deve quase dobrar a população com a chegada dos visitantes. O fluxo elevado tem o potencial de gerar uma movimentação econômica da ordem de R$ 30 milhões na região, R$ 5 milhões a mais do que no ano passado, segundo estimativa da organização do evento. Os valores consideram gastos com consumo, hospedagem e turismo. 

O HackTown tem a proposta de não apenas propor debates, mas também criar experiências em torno da cidade. Até por isso, aposta em um modelo descentralizado e ocupa espaços diversos como restaurantes, bares, casas, auditórios e teatros. 

Neste ano, usa a “Reinvenção” como eixo para fomentar os debates sobre como a criatividade e inovação podem criar novas perspectivas, gerar novas estruturas de negócios e aprendizados. 

“O evento dá palco para que outras perspectivas sejam notadas e conectadas a outras visões, trazendo a inovação e soluções que possam ser discutidas e replicadas no mundo”, afirma João Rubens, cofundador do festival e Head de Parcerias.

Ele criou o evento com dois amigos e entusiastas de inovação, Marcos David, head de tecnologia, e Carlos Henrique, head de conteúdo. A agenda vai levantar ainda muitas conversas sobre o impacto das AIs generativas, assim como em acontecido em eventos de inovação mundo afora. 

Quais as novidades deste ano

Um marco na história do HackTown foi a participação do Google em 2017, o que colaborou para que novas empresas olhassem para o projeto, lançado um ano antes. “A primeira edição, em 2016, começou com cerca de 600 a 700 pessoas em pouquíssimos lugares da região e quase não existia a participação de marcas patrocinadoras”, diz David. 

Segundo os organizadores, a edição de 2023 pode ter um peso semelhante com a chegada de grandes empresas como apoiadoras. Entre elas, estão Unilever, Sicredi, Banco BV, Sebrae, Arcor, Bees e Instituto Unibanco. 

Com maiores investimentos e visibilidade, o festival também cresceu. Em relação ao ano passado, terá um número 20% maior de palestrantes e speakers,  além de especialistas e palestrantes internacionais.

Os destaques da programação são:  

  • Ester Sabino - cientista que liderou o sequenciamento do genoma do vírus Sars-CoV-2
  • Ian Beacraft - CEO e Futurista-Chefe da Signal and Cipher
  • Laura Ancona - Head de Conteúdo de Alexa na Amazon Brasil
  • Elisama Santos - especialista em Comunicação Não Violenta e autora de “Educação não violenta” (2019), “Por que gritamos” (2020) e “Conversas corajosas” (2021)

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