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Empresário que fundou tradicional rede de supermercados de SC morre aos 79 anos

Alcemir Antonio Battiston comandou, ao lado do irmão, o negócio vendido ao Grupo Pereira meses atrás

A trajetória empresarial de Battiston começou há mais de 50 anos, quando, junto com o irmão Amauri, colocou de pé o Grupo Celeiro (Divulgação / Redes sociais)

A trajetória empresarial de Battiston começou há mais de 50 anos, quando, junto com o irmão Amauri, colocou de pé o Grupo Celeiro (Divulgação / Redes sociais)

Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 29 de agosto de 2026 às 19h03.

Última atualização em 29 de agosto de 2026 às 19h11.

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O empresário Alcemir Antonio Battiston morreu neste sábado, 29, aos 79 anos, sem causa de óbito divulgada. Ele foi um dos responsáveis por erguer o Grupo Celeiro, rede de supermercados que se tornou referência em Chapecó e em toda a região Oeste de Santa Catarina.

A trajetória empresarial de Battiston começou há mais de 50 anos, quando, junto com o irmão Amauri, colocou de pé o negócio que viria a se transformar em uma das marcas mais consolidadas do varejo catarinense. Sob o comando da dupla, a Celeiro cresceu e se firmou como sinônimo de tradição no comércio local.

A notícia da morte chega poucos meses depois de um marco na história da companhia: em março deste ano, a Comercial Celeiro foi vendida ao Grupo Pereira, gigante do varejo alimentar que também controla as bandeiras Fort Atacadista e Comper.

Foi mais um passo na expansão pelo estado. Em 2025, o grupo já havia incorporado os Supermercados Schmit, também catarinenses. Com a chegada a Chapecó, considerada capital do agronegócio no sul do país, o Grupo Pereira reforçou sua presença em um dos polos econômicos mais relevantes da região.

Antes da venda, a Celeiro figurava entre as dez maiores redes supermercadistas de Santa Catarina em faturamento, segundo levantamento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), com faturamento na casa dos R$ 379 milhões.

Nas redes sociais, a morte de Battiston repercutiu entre familiares e amigos, que deixaram mensagens de despedida. Uma prima do empresário resumiu o sentimento gerado pela perda: "Muita tristeza. Vai com Deus, primo querido."

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