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Em pé de guerra, BRICS se reúnem nesta quinta-feira

Disputa de fronteira entre China e Índia e hostilidades de Bolsonaro esvaziam agenda, que se resume a cooperações pontuais
 (Agência Brasil/Marcelo Camargo)
(Agência Brasil/Marcelo Camargo)
Por Rodrigo CaetanoPublicado em 09/09/2021 06:00 | Última atualização em 05/11/2021 13:36Tempo de Leitura: 3 min de leitura

Os países do BRICS realizam nesta quinta-feira, 9, a 13ª reunião de cúpula do grupo, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Esvaziada, a agenda do encontro se dá em meio a tensões e hostilidades entre seus principais expoentes.

Do lado brasileiro, as seguidas hostilidades do presidente Jair Bolsonaro e de seus filhos contra a China inviabilizam qualquer projeto mais robusto de cooperação, ainda que o comércio entre os dois países esteja no maior nível da história.

Os chineses, por sua vez, estão em confronto com a Índia em função de disputas fronteiriças na região do Himalaia. Os dois países vivem uma escalada de tensões na região. Em junho do ano passado, ao menos 20 militares indianos morreram em um confronto violento com o exército chinês na disputada fronteira entre os dois países. Foi o primeiro confronto direto em décadas entre os dois países com a maior população do planeta -- juntos, China e Índia têm 3 bilhões de habitantes.

O encontro será organizado pela Índia e terá a presença de Narendra Modi, líder indiano, e do líder chinês Xi Jinping. A cúpula não consta na agenda oficial do presidente da República.

Conferência do Clima é tema conjunto

Apesar das divergências, Brasil, China e Índia compartilham de uma agenda comum: a Conferência do Clima da ONU (COP26), que será realizada em novembro, na Escócia. Em abril, os três países se reuniram em abril para negociar uma posição conjunta sobre o financiamento de ações para conter as mudanças climáticas por parte dos países desenvolvidos, mecanismo que está previsto no Acordo de Paris.

A COP26, espera-se, irá destravar esse e outros mecanismos de transferência de recursos de países poluentes para os menos poluentes, como o mercado de carbono. Embora a China seja o maior emissor de gases de efeito estufa do mundo, seu impacto ao longo do tempo ainda é menor do que o dos países que se industrializaram primeiro.

Em duas décadas, BRICS foi do otimismo à desesperança

Em novembro, o grupo dos BRICS completa 20 anos. A expressão foi cunhada pelo ex-presidente da Goldman Sachs Asset Management e ex-ministro do Tesouro do Reino Unido, Jim O’Neill. Em janeiro, ele afirmou, em artigo publicado na EXAME, que o argumento central de sua ideia era que “o provável crescimento do PIB relativo dessas economias teria importantes implicações para os acordos de governança global.”

Desde então, no entanto, apenas a China apresentou crescimento notável. “As respectivas participações do Brasil e da Rússia no PIB global provavelmente estão de volta aos níveis de 2001. E embora a Índia tenha emergido como a quinta maior economia do mundo, ela sofreu vários anos difíceis”, escreveu.

Apesar disso, diz O’Neil, ainda é possível que o BRICS se torne tão grande quanto o G7, que reúne os países mais ricos do mundo, na próxima geração. “Se o comércio internacional, o investimento e os fluxos financeiros entre os países do BRIC e o resto do mundo continuarem, esse nível de crescimento será bom para todos. Mas isso é uma grande incógnita. Muito dependerá de se conseguiremos reunir a liderança política para fortalecer a governança internacional e a abertura a que as democracias ocidentais há muito aspiram.”

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