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Em passo para reestruturação, Starbucks diminui trabalho remoto entre diretores e vice-presidentes 

Rede de cafeterias lançou mão de um programa de demissões voluntárias para aqueles que não queiram se adaptar às novas regras

Starbucks: depois que dois homens foram presos por estarem em uma loja da rede sem consumir nada, a empresa resolveu fazer um treinamento com mais de 175.000 funcionários  (Getty Images/Divulgação)

Starbucks: depois que dois homens foram presos por estarem em uma loja da rede sem consumir nada, a empresa resolveu fazer um treinamento com mais de 175.000 funcionários (Getty Images/Divulgação)

Publicado em 14 de julho de 2025 às 18h24.

Os executivos da rede de cafeterias Starbucks foram informados pelo CEO global, Brian Niccol, que terão de comparecer mais vezes aos escritórios da empresa. A nova política, que deve entrar em vigor ainda neste ano, prevê que os funcionários como vice-presidentes e diretores passarão de três para quatro dias com trabalho presencial.

Esse movimento deve ter início até o fim de setembro em cidades como Seattle, nos Estados Unidos; e Toronto, no Canadá, para depois ser replicado em todas as operações da rede na América do Norte.

Reestruturação

"Estar presencialmente também nos ajuda a construir e fortalecer nossa cultura. À medida que trabalhamos para recuperar o negócio, tudo isso importa mais do que nunca", disse Niccol em comunicado. “Queremos que líderes e gestores de pessoas estejam fisicamente presentes com suas equipes.”

A mudança faz parte do plano de reestruturação da empresa, que tenta diminuir os custos de sua operação diante do aumento das incertezas como a inflação do café.

A rede está oferecendo um programa de desligamento voluntário com pagamento em dinheiro para funcionários que não queiram cumprir os novos requisitos.

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