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Disney divulga resultados e mostra os primeiros números sobre o Disney+

Enquanto o streaming dá os primeiros passos, balanço do quarto trimestre de 2019 deve trazer alta no faturamento com filmes de sucesso
 (Divulgação/Marvel)
(Divulgação/Marvel)
Por Redação EXAMEPublicado em 04/02/2020 05:33 | Última atualização em 04/02/2020 07:22Tempo de Leitura: 3 min de leitura

São Paulo — Quem vence e quem perde na “guerra do streaming” passa a ficar um pouco mais claro nesta terça-feira. A gigante de entretenimento Disney divulga no fim da tarde, após o fechamento do mercado, seus resultados do quarto trimestre de 2019 (seu primeiro trimestre fiscal).

Será o primeiro balanço em que aparecerão números do Disney+, serviço de streaming lançado pela companhia em novembro e que fez a empresa fundada em 1923 como um estúdio de arte passar a distribuir seu conteúdo sem intermediários pela primeira vez.

Números extraoficiais do produto já haviam começado a ser divulgados. Relatório da empresa de inteligência Sensor Tower aponta que, nos primeiros dois meses completos de operação, o aplicativo do serviço havia alcançado uma avassaladora marca de 41 milhões de downloads em celulares e faturamento acima de 90 milhões de dólares.

Mas mesmo os números que a empresa reportará nesta terça-feira também passam uma visão limitada do potencial, já que o Disney+ ainda não foi lançado em uma série de países, como boa parte dos mercados da União Europeia e o próprio Brasil (onde o serviço deve desembarcar somente no fim deste ano). Por ora, só está em países como EUA, Canadá e Nova Zelândia, onde a própria Netflix vem sofrendo com trimestres ruins.

No conjunto total da empresa, o cenário deste e dos próximos trimestres  deve continuar com prejuízo operacional pelo lançamento do Disney+ e incorporação da 21st Century Fox, comprada em 2017, mas alta no faturamento.

A  Disney deve reportar faturamento de 20,8 bilhões de dólares no período dentre outubro e dezembro, alta de 36% em relação ao mesmo período de 2018. Tal como no trimestre passado, o lucro deve cair em 20%, a 1,47 dólar por ação.

A alta na receita vem de seu já consolidado braço de produção de conteúdo, a mistura entre Star Wars, da Lucas Film, os heróis da Marvel vindos com a 21st Century Fox e novas versões de suas animações tradicionais trouxe um ano memorável em bilheteria.

Lançamentos como “O Rei Leão”, “Aladim”, “Frozen II”, “Star Wars: a ascensão Skywalker”, “Capitã Marvel” e “Vingadores: Endgame” tiveram todos bilheteria acima de 1 bilhão de dólares. Já no braço de TV, as notícias seguem sendo ruins, com canais como ESPN e ABC perdendo assinantes — justamente para os serviços de streaming — nos pacotes de TV a cabo.

Para melhorar a última linha do balanço, o plano da Disney é, nos próximos anos, conseguir ser bem-sucedida em suas duas frentes: fazer filmes sucesso de público e bilheteria e, depois, conseguir usá-los para ter contato direto com os clientes na plataforma, substituindo uma cada vez menos puljante televisão. É apostando nisso que os investidores fizeram a ação da empresa subir mais de 13% desde o início de novembro.