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Demitido aos 40, ele investiu indenização de cinco dígitos em sua startup

Executivo trocou MBA de US$ 100 mil por empresa própria e diz que a experiência acelerou sua carreira

 (Deagreez/Getty Images)

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Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 5 de março de 2026 às 11h34.

Quando foi demitido em 2022 de uma empresa de tecnologia apoiada por private equity, Sam Perry considerou seguir o caminho tradicional para executivos que buscam reposicionamento no mercado: investir em um MBA.

Em vez disso, decidiu aplicar sua indenização, de cinco dígitos, na criação de uma startup.

Dois anos depois, vendeu o negócio a um concorrente e assumiu o cargo de vice-presidente de grupo em uma empresa global de software. As informações foram retiradas de Business Insider.

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MBA como atalho corporativo

Formado em Sports and Business Management em 2005, Perry construiu carreira em grandes organizações. Trabalhou três anos na Anheuser-Busch e quase nove na FedEx, onde afirma ter aprendido os fundamentos de gestão. Em 2021, ingressou na G-P, empresa de tecnologia de RH financiada por private equity.

Durante esse período, iniciou como projeto paralelo um marketplace de tecnologia de RH. A iniciativa tinha caráter experimental, voltado ao aprendizado.

Em outubro de 2022, sua equipe recebeu um importante prêmio do setor. Um mês depois, ele foi demitido.

Diante do desligamento, passou a avaliar o uso da indenização. Harvard e Wharton estavam entre as primeiras opções consideradas. Programas de dois anos superavam US$ 100 mil anuais, valor significativamente superior ao recebido na rescisão e sem garantia de recolocação ao final.

“Eu via o MBA como um atalho para chegar ao topo do mundo corporativo”, afirmou. Ainda assim, começou a questionar se, após 15 anos de experiência, o investimento traria retorno proporcional.

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A lógica financeira por trás da decisão

Um amigo da família sugeriu alternativa diferente. Em vez de direcionar recursos para um diploma, poderia investir na própria empresa. O custo seria uma fração de um MBA e o aprendizado ocorreria na prática.

Perry decidiu aplicar cerca de um quinto da indenização para estruturar o negócio. Utilizou tecnologias prontas para reduzir despesas e recorreu a cursos gratuitos online, inclusive do MIT, para fazer ajustes na plataforma.

Sob a ótica de finanças corporativas, a decisão envolveu análise de risco e retorno. O MBA representava alto desembolso, retorno incerto e dependência futura do mercado de trabalho. A startup exigia capital inicial menor e oferecia potencial de geração de valor próprio.

Aprendizado em execução real

A empresa, chamada Ensemble, foi lançada no fim de 2022. O modelo inicial consistia na venda de acesso ao marketplace. Posteriormente, o negócio pivotou para a intermediação direta de software de RH para clientes.

Perry afirma que a experiência ampliou sua compreensão sobre marketing, produto, contratação e vendas. “Nada se compara a sentar sozinho com seu laptop e ligar para estranhos para convencê-los a comprar algo que você construiu”, disse.

No verão de 2024, a Ensemble foi adquirida por um concorrente. O episódio consolidou sua experiência em ciclo completo de criação e venda de empresa.

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