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Cresce a procura por galpões logísticos de alto padrão. Entenda

Com soluções para toda a cadeia de suprimentos, empreendimentos de alta qualidade chamam a atenção de empresas que buscam segurança e eficiência
 (LOG/Divulgação)
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Por exame.solutionsPublicado em 13/06/2022 10:00 | Última atualização em 13/06/2022 10:26Tempo de Leitura: 4 min de leitura

Depois de registrar um aumento expressivo durante os últimos dois anos de pandemia, o e-commerce segue sendo tendência no Brasil. De acordo com dados da Neotrust, de janeiro a março de 2022, as compras online tiveram alta de 12,59% — seguida de um aumento de 26,9% em 2021.

Essa mudança nos hábitos de consumo dos brasileiros, que, ao que tudo indica, veio para ficar, afeta diretamente outro setor que é fundamental para suprir a crescente demanda: os galpões logísticos.

Um levantamento da SiiLA, empresa especializada em pesquisas de mercado, apontou que 2021 teve a menor taxa média de vacância dos últimos sete anos, chegando a 10,19%. Em algumas regiões do país faltam galpões. O estudo considerou apenas os condomínios de alto padrão, aqueles que seguem uma série de especificações para garantir melhores processos logísticos.

Flight to quality

Para Sergio Fischer, CEO da Log, empresa desenvolvedora de ativos logísticos greenfield e locadoras de galpões de alto padrão, a procura por imóveis de melhor qualidade não é feita apenas por players que iniciaram suas operações de entrega com essa nova demanda de consumo mas também por quem já atuava no setor e passou a enxergar os galpões chamados de “classe A” como um investimento para os negócios. “Muitas empresas saíram de galpões de qualidade inferior e migraram para nossos complexos. Apesar de o valor por metro quadrado ser mais elevado, a eficiência conquistada, muitas vezes, faz com que seja necessário ocupar um espaço menor para atender às necessidades”, afirma.

As vantagens dos galpões classe A

O grande diferencial de um empreendimento classe A é a infraestrutura oferecida. Além dos próprios galpões — que contam com pé-direito mais alto, pisos nivelados a laser e que suportam mais toneladas de carga por metro quadrado, maior distância entre pilares, pátio de manobras e eficiência na área fabril, com maior capacidade de armazenagem e segurança no movimento de empilhadeiras —, os condomínios logísticos oferecem, ainda, portaria blindada e armada, certificações de sustentabilidade, que reduzem gastos energéticos e garantem baixo consumo de água.

Outras vantagens são refeitórios, dormitórios e vestiários confortáveis para quem trabalha no dia a dia dos galpões e os investimentos constantes em transformação digital, para otimizar e facilitar o trabalho.

Focada nesse tipo de entrega, a Log, que foi fundada em 2008 e que se destaca como sendo a única empresa especializada em condomínios logísticos listada na Bolsa de Valores brasileira, trabalha hoje com vacância mínima histórica, com uma média de 1,6%.

A empresa entregou 230 mil m² em 2021 e deve bater recorde em 2022, com a soma de 414 mil m² de novos galpões entregues Brasil afora. “No primeiro trimestre, já entregamos 70 mil m², 100% locados, e 85% do que vamos entregar ao longo do ano já está locado”, conta Fischer.

A empresa conta também com o projeto batizado de “Todos por 1,5”, cuja meta é adicionar 1,5 milhão de m² de Área Bruta Locável (ABL) ao portfólio até o fim de 2024. “Somos uma solução nacional, com projetos em 39 cidades e 18 estados, mais o Distrito Federal”.

Um mercado de futuro

De acordo com Fischer, as empresas têm demandado galpões mais próximos de praças estratégicas de entrega e fazendo contratos mais longos, já se programando para crescimentos futuros.

“O cliente final está cada vez mais exigente e pede rapidez nas entregas. Assim, recebemos muitos pedidos de novos condomínios em diversas regiões e com capacidade de expansão”.

É feito, então, um mapeamento de oportunidades, considerando regiões com empresas mal instaladas para tomar a decisão de onde investir. Até os municípios têm ajudado a acelerar esse processo. “Compramos bons terrenos e aprovamos a construção de forma célere. O ano passado foi um recorde, com 550 mil m² aprovados e com oito meses de média para a aprovação. Em alguns condomínios, geramos emprego para mais de 3 mil habitantes, é um movimento que gira toda a economia local”.

Mesmo passando por períodos de crise, o setor vive um bom momento e, ainda que as compras físicas tenham voltado a crescer, o CEO da Log não acredita que esse cenário vá mudar. “O share do varejo online mais que dobrou em dois anos. O consumo, hoje, é diferente. Temos estudos que mostram que o e-commerce vai mais que dobrar para 2025, chegando perto de 25%. Estamos caminhando para uma realidade parecida com a de países como Estados Unidos e China. E a Log já está sendo um vetor importante para garantir que essa expansão seja feita da melhor maneira possível”, conclui.