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"Brasil é o trampolim para nossa expansão na América Latina", diz CEO da Luxottica

Grupo italiano adquiriu 100% da Tecnol; operação foi fechada pelo valor aproximado de 110 milhões de euros

Luxottica: Brasil será como nossa segunda casa e o trampolim para o nosso crescimento na América Latina (Getty Images)

Luxottica: Brasil será como nossa segunda casa e o trampolim para o nosso crescimento na América Latina (Getty Images)

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Daniela Barbosa

1 de dezembro de 2011, 13h24

São Paulo - O grupo italiano Luxottica, que produz óculos da marca Ray-Ban, confirmou, nesta quinta-feira, a compra de 80% da empresa brasileira Tecnol. Os 20% restantes da companhia serão adquiridos nos próximos quatro anos. O valor da operação é estimado em 110 milhões de euros.

Segundo Andrea Guerra, CEO da companhia italiana, a compra da Tecnol é estratégica, pois vai facilitar a expansão da Luxottica na América Latina.

"Esta operação se encaixa perfeitamente em nossa estratégia de crescimento a longo prazo. O Brasil será como nossa segunda casa e o trampolim para o nosso crescimento na América Latina", afirmou o executivo.

O Brasil é atualmente um dos dez melhores países para a divisão atacado da Luxottica e daqui para frente, a companhia vai conseguir aumentar sua participação no segmento premium.

Em 2010, a Tecnol alcançou vendas de cerca de 90 milhões de euros. A operação deve ser concluída no início de 2012.