Mundo

Xangai suaviza restrições anticovid e abolirá medidas a partir de segunda-feira

Os habitantes deste centro financeiro da China poderão voltar a usar os transportes públicos e ter acesso a determinados locais

A

AFP

4 de dezembro de 2022, 12h16

Xangai abolirá algumas medidas da drástica política anticovid em vigor na China a partir de segunda-feira (5) – anunciaram as autoridades neste domingo (4), após uma onda de manifestações históricas contra as restrições sanitárias e em defesa de mais liberdades políticas.

Acesse o melhor conteúdo do seu dia, talvez o único que você precise.

Com uma conta gratuita.

Faça parte

Os habitantes deste centro financeiro da China poderão voltar a usar os transportes públicos e ter acesso a determinados locais, como parques e atrações turísticas, sem precisar apresentar um teste de PCR negativo de menos de 48 horas, informaram as autoridades em uma mensagem publicada na rede social WeChat.

Continua após a publicidade

Xangai segue os passos de muitas outras cidades chinesas, entre elas Pequim, Tianjin, Shenzhen e Chengdu, que suspenderam, no sábado (3), a obrigatoriedade de apresentar esse teste nos transportes.

Veja também

A insatisfação com a draconiana estratégia de saúde do governo gerou protestos, no último fim de semana, de uma magnitude sem precedentes em décadas no país comunista.

As autoridades reagiram rapidamente para sufocar o movimento, com uma significativa mobilização policial e um reforço da vigilância nas redes sociais.

Em paralelo, várias cidades começaram a flexibilizar as restrições, sobretudo, suprimindo os testes diários em massa, uma das bases da política de "covid zero", imposta há quase três anos.

No sábado, as autoridades locais de Pequim também pararam de registrar o nome real das pessoas que compravam remédios para febre e resfriado.

Na quinta-feira (1º), o presidente Xi Jinping defendeu uma flexibilização da política sanitária, alegando que, "agora, a epidemia na China é basicamente de ômicron, menos letal, e (...) isso abre a possibilidade de mais abertura nas restrições".

A declaração foi dada em um encontro com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, conforme divulgado por funcionários europeus.

Continua após a publicidade

Últimas notícias

ver mais

Continua após a publicidade

Brands

ver mais

Acompanhe as últimas notícias e atualizações, aqui na Exame.

leia mais