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Variante Ômicron é dominante nos EUA e responde por 73% dos novos casos

O presidente americano, Joe Biden, fará discurso de fim de ano ao país nesta terça-feira, expressando preocupação com o avanço da Ômicron e pedindo à população que se vacine
Biden: manter o vírus sob controle tem se mostrado difícil em um país onde a vacinação e o uso de máscaras se tornaram questões políticas polêmicas (Getty Images/Al Drago/Bloomberg)
Biden: manter o vírus sob controle tem se mostrado difícil em um país onde a vacinação e o uso de máscaras se tornaram questões políticas polêmicas (Getty Images/Al Drago/Bloomberg)
Por Da redação, com agênciasPublicado em 21/12/2021 06:42 | Última atualização em 21/12/2021 06:54Tempo de Leitura: 3 min de leitura

A variante Ômicron se tornou amplamente dominante nos Estados Unidos, respondendo por 73,25% das novas infecções por covid-19 durante a semana encerrada em 18 de dezembro, de acordo com dados das autoridades de saúde do país.

Extremamente transmissível, a Ômicron superou a variante delta em poucas semanas e representa 96,3% dos novos casos em três estados do noroeste do país (Oregon, Washington e Idaho), segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

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A notícia chega pouco antes de um discurso sobre a covid-19 do presidente dos EUA, Joe Biden, previsto para esta terça-feira, 21. A secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, já disse que ele não planeja "trancar o país" em resposta a esse aumento.

"É um discurso para delinear e ser direto e claro com o povo americano sobre os benefícios de ser vacinado, as medidas que vamos tomar para aumentar o acesso e aumentar os testes".

O principal assessor dos EUA para a pandemia, Anthony Fauci, alertou no domingo sobre a chegada de um inverno sombrio à medida que a nova variante do coronavírus estimula uma nova onda de infecções em todo o mundo.

"Com a Ômicron", disse Fauci à NBC News, "serão semanas ou meses difíceis conforme o inverno avança".

Apesar das indicações de que a Ômicron não é mais grave do que a variante delta, ainda dominante, os dados iniciais sugerem que ela pode ser mais infecciosa e possivelmente mais resistente às vacinas.

Desde que foi relatada pela primeira vez na África do Sul em novembro, a Ômicron foi identificada em dezenas de países, abatendo as esperanças de que o pior da pandemia já passou.

Nos Estados Unidos, hospitais estão ficando lotados, centros de testagem estão acumulando longas filas e eventos esportivos e culturais estão sendo cancelados.

Além disso, a dificuldade dos governos no país em ampliar a vacinação pode prejudicar o combate à nova cepa. Os EUA têm somente 61% da população do país com vacinação completa (duas doses ou dose única da Janssen) em meio à resistência de parte da população em se vacinar. No Brasil, 66% da população têm esquema vacinal completo.

Problemas políticos

Manter o vírus sob controle tem se mostrado difícil em um país onde a vacinação e o uso de máscaras se tornaram questões políticas polêmicas e as ordens federais acabam em demoradas batalhas legais.

O governo Joe Biden tentou implementar nacionalmente uma medida que faria com que empresas com mais de 100 funcionários fossem obrigadas a exigir vacinação dos colaboradores, mas a medida foi contestada judicialmente por estados conservadores, onde há menor taxa de vacinação e maior resistência ao imunizante.

Enquanto isso, um vídeo do ex-presidente Donald Trump chamou atenção nos últimos dias nas redes sociais: ao participar de um programa, o republicano afirmou que já se vacinou e que tomou também a dose de reforço. Trump chegou a ser vaiado por parte da plateia conservadora, mas rebateu: "é só uma pequena minoria ali".

(Com AFP)

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