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‘Vamos atrás do resto’: Trump afirma que EUA afundaram nove navios da Marinha do Irã

Presidente diz que ataques americanos destruíram parte do quartel-general naval iraniano, enquanto mísseis e drones cruzam o Oriente Médio pelo segundo dia consecutivo de conflito

Trump diz que ataques dos EUA afundaram nove navios da Marinha do Irã e promete: “vamos atrás do resto”

Trump diz que ataques dos EUA afundaram nove navios da Marinha do Irã e promete: “vamos atrás do resto”

Da Redação
Da Redação

Redação Exame

Publicado em 1 de março de 2026 às 15h00.

Última atualização em 1 de março de 2026 às 15h03.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou neste domingo, 1, que ataques militares americanos afundaram nove navios da Marinha do Irã e destruíram parcialmente o quartel-general naval do país, no segundo dia consecutivo de confrontos diretos no Oriente Médio.

“Acabei de ser informado de que destruímos e afundamos nove navios da Marinha iraniana, alguns deles relativamente grandes e importantes”, escreveu Trump em sua rede social, a Truth Social.

Vamos atrás do resto — eles logo estarão boiando no fundo do mar também! Em um ataque diferente, destruímos grande parte do quartel-general da Marinha deles", completou.

As declarações ocorrem em meio à escalada do conflito iniciado após os ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel, no sábado, 28, que mataram o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã desde 1989, além de grande parte da cúpula militar iraniana.

Neste domingo, pelo segundo dia seguido, mísseis e drones voltaram a cruzar o espaço aéreo da região, atingindo alvos militares e estratégicos. Fontes locais relataram explosões em áreas costeiras iranianas e aumento da movimentação de sistemas de defesa aérea em países vizinhos.

Autoridades iranianas ainda não confirmaram oficialmente as perdas anunciadas por Trump, mas meios de comunicação estatais reconheceram “danos significativos” em instalações militares navais.

A ofensiva representa a mais grave escalada militar no Oriente Médio em décadas e levanta temores de um conflito regional de grandes proporções, com impactos diretos nos mercados globais de energia, no comércio internacional e na estabilidade política da região.

Diplomatas europeus e líderes da ONU pediram cessar-fogo imediato e retomada urgente de canais diplomáticos, enquanto aliados dos EUA reforçaram alertas de segurança e mobilizaram tropas na região.

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