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Trump diz que fará 'tudo ao seu alcance' por paz na Ucrânia

Presidente dos EUA afirmou que voltará a se reunir com Zelensky e defendeu uma solução negociada para o conflito

Donald Trump: presidente dos EUA prometeu ampliar esforços para encerrar a guerra na Ucrânia durante a cúpula do G7. (Mandel NGAN/AFP/AFP)

Donald Trump: presidente dos EUA prometeu ampliar esforços para encerrar a guerra na Ucrânia durante a cúpula do G7. (Mandel NGAN/AFP/AFP)

Publicado em 16 de junho de 2026 às 07h50.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, 16, que fará "tudo o que estiver ao seu alcance" para encerrar a guerra na Ucrânia. A declaração foi dada durante a cúpula do G7, realizada em Évian-les-Bains, na França.

Trump também confirmou que terá um novo encontro com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, ainda nesta terça-feira. Segundo ele, a Rússia deveria aceitar um acordo para colocar fim ao conflito iniciado em 2022.

As declarações ocorreram em meio aos debates sobre segurança internacional que dominam a agenda do G7. A guerra na Ucrânia voltou ao centro das discussões após novos ataques russos contra cidades ucranianas nos últimos dias.

Ao comentar o tema, Trump evitou detalhar possíveis medidas adicionais dos Estados Unidos, mas afirmou que pretende continuar atuando para buscar uma solução negociada para o conflito.

A expectativa é que a reunião com Zelensky aborde os próximos passos das negociações e o papel de Washington nos esforços diplomáticos para encerrar a guerra.

Irã também domina agenda do G7

Além da Ucrânia, Trump dedicou parte de suas declarações ao acordo firmado entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio.

O presidente afirmou que o entendimento entrou em uma "segunda fase" e declarou que o Irã jamais terá acesso a uma arma nuclear.

"A única coisa que realmente importa para mim é que o Irã nunca terá uma arma nuclear", disse.

Trump também afirmou que os Estados Unidos pretendem obter o material nuclear iraniano e voltou a ameaçar Teerã com consequências severas caso o país tente desenvolver armamento nuclear.

Segundo o presidente americano, o acordo tem condições de ser bem-sucedido e continuará avançando apesar das tensões envolvendo Israel e o Hezbollah no Líbano.

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