Repórter
Publicado em 2 de outubro de 2026 às 08h44.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou o Irã nesta quinta-feira, 1º, caso uma investigação confirme a ligação de Teerã com o ataque ao comandante de um voo da companhia aérea Flydubai entre Dubai e Israel. Até o momento, não há confirmação pública da participação iraniana no episódio.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou o Irã nesta quinta-feira, 1º, caso uma investigação confirme uma ligação de Teerã com o ataque contra o comandante de um voo da Flydubai que seguia de Dubai para Israel.
O copiloto da aeronave atacou o piloto durante o voo, que precisou fazer um pouso de emergência na Arábia Saudita.
Questionado por jornalistas na Casa Branca sobre uma possível participação do Irã no episódio, Trump afirmou que o governo americano estava investigando a hipótese. “Eles serão atingidos com muita força”, disse o presidente, caso a responsabilidade de Teerã seja confirmada. Até o momento, não há confirmação pública de uma ligação entre o Irã e o ataque.
O incidente ocorreu na quarta-feira, 30, durante o voo FZ1073, que saiu de Dubai com destino a Tel Aviv. Segundo autoridades israelenses e relatos de passageiros, o copiloto atacou o comandante na cabine e aparentemente tentou provocar a queda da aeronave.
O avião transportava 174 passageiros. Durante o ataque, a aeronave perdeu altitude rapidamente. O comandante conseguiu abrir a porta da cabine, permitindo que passageiros interviessem e contivessem o agressor. O voo acabou fazendo um pouso de emergência em Tabuk, na Arábia Saudita.
O motivo do ataque ainda está sendo investigado. Emirados Árabes Unidos, Israel e Arábia Saudita participam da apuração para determinar, entre outros pontos, se houve motivação terrorista. Uma avaliação inicial citada pela Reuters indicou que o copiloto pode ter agido sozinho.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o copiloto passou por “doutrinação islamista radical”. Netanyahu, porém, disse que ainda era cedo para confirmar qualquer ligação do suspeito com o Irã.
A declaração de Trump ocorre em meio ao aumento da presença militar americana no Oriente Médio. Os Estados Unidos estão deslocando cerca de 9 mil militares para a região, incluindo o grupo de ataque do porta-aviões USS Theodore Roosevelt. A movimentação pode elevar para três o número de grupos de porta-aviões americanos na região.
Trump também voltou a falar sobre a possibilidade de novas ações militares contra o Irã. Em entrevista à revista Time, o presidente afirmou que é “possível” retomar os bombardeios contra o país depois das eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, marcadas para 3 de novembro.
As negociações entre Washington e Teerã seguem sem um acordo. Trump afirmou ainda que rejeitou uma proposta recente de cessar-fogo apresentada pelo Irã por considerá-la insuficiente.
Donald Trump afirmou que o Irã será atingido “com muita força” caso a participação de Teerã no ataque seja confirmada. Segundo o presidente, o governo americano investiga essa possível ligação.
O copiloto atacou o comandante durante o voo entre Dubai e Tel Aviv na quarta-feira, 30, segundo autoridades israelenses e relatos de passageiros. A aeronave perdeu altitude e fez um pouso de emergência em Tabuk, na Arábia Saudita.
O comandante conseguiu abrir a porta da cabine, o que permitiu que passageiros interviessem e contivessem o copiloto. O avião transportava 174 passageiros.
Não há confirmação pública de uma ligação entre o Irã e o ataque. Uma avaliação inicial citada pela Reuters indicou que o copiloto pode ter agido sozinho.
Emirados Árabes Unidos, Israel e Arábia Saudita participam da investigação. As autoridades apuram o motivo do ataque e verificam se houve motivação terrorista.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o copiloto passou por “doutrinação islamista radical”. Netanyahu disse, porém, que ainda era cedo para confirmar uma ligação do suspeito com o Irã.
*Com AFP